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Poltrona Egg original: como é possível diferenciá-la de uma cópia?

Um clássico que se encaixa bem em qualquer ambiente, a Poltrona Egg, também conhecida como Egg chair, tem mais de 60 anos de história. Quem desenhou a cadeira Egg foi Arne Jacobsen, em 1958, para o lobby do SAS Royal Hotel, em Copenhague, na Dinamarca. A peça recebeu esse nome porque tem a forma de uma casca de ovo partida ao meio. Graças ao formato, é sinônimo de conforto e tão famosa quanto a cadeira Series 7 e a Poltrona Swan, outras obras de Jacobsen.

A Egg foi desenhada especificamente para o descanso. Nessa cadeira, o peso do corpo é distribuído no assento e no encosto. E o melhor de tudo: sem sobrecarregar as costas ou as pernas.

Poltrona Egg original e footstool em couro marrom

Poltrona Egg e footstool em couro

Quer conhecer melhor a Poltrona Egg original e saber como ela se diferencia de uma cópia? Confira o artigo!

 

A Poltrona Egg ao longo dos anos

1958 – A Poltrona Egg é criada pelas mãos do dinamarquês Arne Jacobsen.

2012 – Cerca de 20 mil exemplares eram exportados, anualmente, para mais de 50 países pela Fritz Hansen, empresa fabricante.

2020 – Embora a cor original fosse verde, combinando com a decoração do hotel, hoje, a Poltrona Egg é fabricada em diversos tons.

Poltrona Egg e Swan coloridas

Modelos de Poltrona Egg e Swan em camurça com variedade de cores

 

Características da poltrona Egg

As poltronas Egg possuem características próprias que fazem dela um sucesso mundo afora. A seguir, você pode conferir as principais:

  • Ergonomia e conforto;
  • Base em alumínio fundido polido;
  • Eixo para sistema giratório;
  • Base de quatro pontos (pés galinha);
  • Fibra de vidro na estrutura interna do assento;
  • Espumas no formato da poltrona coladas na fibra;
  • Mecanismo para relaxamento;
  • Uso versátil (leitura, amamentação, recepção, decoração).

Neste vídeo, você pode conhecer melhor o processo de fabricação da Poltrona Egg.

 

O problema das cópias

Por causa de todos esses fatores, a Poltrona Egg é um dos modelos de design original mais copiados no mundo, assim como a cadeira Series 7 e a poltrona Swan.

Esse tipo de fraude acontece principalmente por duas razões. A primeira é a falta de um registro industrial no Brasil. A segunda é a dificuldade para confirmar se um móvel é uma obra de arte ou não. Com isso, muitas empresas fabricam cópias e rebaixam a qualidade das originais, alterando o design e os materiais usados.

A Poltrona Egg é única não só pelo desenho, conforto e privacidade, mas também pela qualidade, originalidade, história e garantia. 

 

Poltronas Egg em uma sala de convivência nas cores preta e cinza

Poltronas Egg em área de convivência

 

No quadro comparativo, a seguir, conheça as características de uma Poltrona Egg original e de uma falsa:

quadro comparativo entre poltrona egg original e cópia

No Brasil, a Atec representa com exclusividade a Fritz Hansen, fabricante da poltrona Egg original. 


Por que o design escandinavo ganhou o mundo e se tornou tão desejado?

Minimalismo, linhas retas, cores neutras, espaços claros e funcionais. Essas são algumas características do design escandinavo. O estilo de decoração teve início, no século XX, nos países nórdicos da Europa: Suécia, Noruega, Islândia, Dinamarca e Finlândia, como resposta ao frio rigoroso e a escuridão nesta região.

Arquitetos e designers com especialidades distintas contam a história do estilo escandinavo, como os dinamarqueses Hans Wegner e Arne Jacobsen.

O estilo logo conquistou o mundo, inclusive no Brasil. Hoje, a decoração escandinava é muito relevante aqui, despertando interesse de quem valoriza o minimalismo, tanto no design como na arquitetura.

Quer conhecer mais detalhes do design escandinavo? Siga a leitura! Temos mais informações e dicas para você!

 

Por que o design escandinavo é tão popular?

No estilo escandinavo menos é mais, ou seja, poluição visual ou excesso de cores chamativas ficam de fora. A sofisticação está nos detalhes.

As casas escandinavas são pequenas, por isso, os móveis têm dimensões menores e tudo precisa ficar no lugar certo. Além disso, os recursos naturais nos países nórdicos são limitados, fazendo que os profissionais valorizem o que é usado e criem produtos para durar a vida toda.

A seguir, veja por que o design escandinavo consegue atrair o interesse das pessoas e constituir ambientes agradáveis.

 

Cores neutras

No intuito de criar um ambiente clean, o design escandinavo utiliza cores neutras. A frieza do ambiente é reduzida com elementos levemente envelhecidos, misturando o tradicional e o moderno. Em relação aos objetos decorativos, o mais comum é utilizar materiais orgânicos, como madeira, lã e linho.

Design minimalista

O minimalismo também aumenta a popularidade do design escandinavo. Esse conceito proporciona uma arquitetura unitária, em que materiais e elementos dão vida a espaços simples. Para os escandinavos, tudo que integra o cotidiano pode ser belo e deve ser funcional.

acomodação com design escandinavo

Uma típica acomodação com design escandinavo, incluindo produtos da dinamarquesa Fritz Hansen, como a cadeira Ant, luminárias KAISER idell e o sofá Favn.

 

Contraste com objetos coloridos

Se por um lado o design escandinavo abusa dos tons claros, por outro, os objetos se destacam usando cores mais vivas, como azul, rosa e tons terrosos. Peças em madeira natural são amplamente exploradas e os contrastes servem para aumentar a comodidade nos ambientes.

 

A força do minimalismo

Simples e funcional, o estilo escandinavo conquistou enorme prestígio, mostrando-se competitivo e original. A seguir veja alguns profissionais que, ao longo da história, ajudaram a difundir o estilo.

Arne Jacobsen

O dinamarquês Arne Jacobsen tem um trabalho bastante diversificado. Ele atuou na arquitetura, no design de móveis e de produtos. Uma de suas ideias era integrar móveis à arquitetura ao redor.

Kaj Franck

O finlandês Kaj Franck é outro expoente do estilo. Formado em Arquitetura de Interiores, ele ganhou vários prêmios na carreira e ficou conhecido pelo trabalho estético em vidro e cerâmica.

Hans Wegner

Um designer de móveis dinamarquês de renome mundial, o trabalho de Hans Wegner se caracteriza principalmente pela funcionalidade orgânica. Ele projetou mais de 500 cadeiras, 100 delas com produção em massa e algumas se tornaram ícones.

Poul Kjærholm

O contraste entre as esculturas e elementos arquitetônicos é uma das principais marcas no trabalho de Kjærholm. Seu desenho é elegante e com linhas limpas. O aço era a sua matéria-prima, combinado com materiais como madeira, couro e mármore.

Nanna Ditzel

A dinamarquesa Nanna Ditzel é a representante feminina. Ela ganhou notoriedade por inovar nas técnicas depois da Segunda Guerra Mundial. Seu estilo era evidente em elementos geométricos e orgânicos no design de móveis e até de jóias.

Mais sobre as características

poltronas VIA57™ coloridas design escandinavo

As poltronas VIA57™, da Fritz Hansen, unem o conforto americano ao design escandinavo

Simplicidade e minimalismo são marcantes na arquitetura dos espaços, nos móveis e nas cores de um ambiente com design escandinavo. A seguir, veja mais características:

  1. Móveis de madeira clara, madeira de demolição, ou com predominância do branco.
  2. Contraste entre cores suaves e cores marcantes. O contraste também pode existir entre a madeira e itens têxteis, como sofás ou tapetes. 
  3. Paleta de cores principalmente em tons de branco cinza, preto, azul, amarelo e rosa.
  4. Plantas também são importantes. Elas são minimalistas e a maioria não tem flores, como espada de são jorge e cactos.
  5. Visual clean e decoração que traz praticidade. Espaço livre para a luz e para a movimentação.

 

Como escolher móveis e iluminação adequada

Você quer explorar o design escandinavo? Temos algumas dicas! A primeira delas é sobre iluminação. Priorize as paredes claras para realçar a amplitude do ambiente. A presença de luminárias, como a KAISER Idell Floor Tiltable é uma boa escolha, pois tem linha reta e cor preta.

design escandinavo com cores claras e contraste

A icônica série de luminárias KAISER idell é inspirada pelo design original da Bauhaus, escola de design mais conhecida do século XX.

Na sala de estar, lembre-se de repetir a lei das linhas retas e dê preferência a cores suaves, com a branca predominando. Se preferir, pode destacar um móvel, como o sofá, usando uma cor mais chamativa. 

Espelho redondo e tapete com formas geométricas também são característicos do design escandinavo. Os quadros costumam ter ilustrações ou fotos com os mesmos tons dos objetos decorativos. Além disso, podem ficar encostados no chão ou em prateleiras, em vez de pendurados.

Os tapetes podem ser azuis, cinzas e, quase sempre, possuem listras ou estampas geométricas. Aqueles em preto e branco, formando zigue zague também são muito comuns.

O design escandinavo nos mostra que a beleza também existe na simplicidade. Aposte nesse estilo de decoração para criar um ambiente clean, elegante e funcional. E lembre de usar móveis com design original, eles podem deixar o espaço da casa ainda melhor.


Quando cabines acústicas substituem as salas de reunião?

Já imaginou que a sua empresa pode ter  espaços para videoconferências e trabalhos que exigem foco, sem um grande investimento na infraestrutura do escritório? Acredite: isso já é possível! As cabines acústicas começaram a ser usadas nos ambientes corporativos de planta aberta, porque o nível de distração nestes espaços, em função dos ruídos, geralmente é muito alto. Privacidade e tranquilidade são fundamentais na realização de diversas tarefas, por isso, as cabines começaram a se popularizar.

Os escritórios open plan – planta aberta – trazem inúmeras vantagens, como aumentar a colaboração entre as equipes, dar flexibilidade espacial ao escritório e permitir que mais pessoas atuem no mesmo local, porém, em muitos deles, o condicionamento acústico é ruim, trazendo desconforto e aumentando o estresse das pessoas no dia a dia.

As cabines acústicas resolvem o problema, proporcionando um bom isolamento e um confinamento acústico excelente para o trabalho. Esse tipo de solução tem tratamento térmico e acústico para aumentar a privacidade, sem tirar o contato visual. 

ambiente de trabalho com cabines acústicas da BuzziHive

Cabines e estações acústicas são tendência em open spaces. Na imagem, estações acústicas BuzziRive

Tudo que alguém precisa fazer para trabalhar é plug and play, ou seja, é ligar e usar. Você terá privacidade sonora, aumento da concentração e a produtividade em alta.

Quer entender mais sobre cabines acústicas e avaliar esse investimento no seu escritório? Siga a leitura!

 

Situações em que cabines acústicas substituem as salas de reunião

As cabines acústicas servem para reuniões e videoconferências, porém, elas não são como as salas de reunião que usamos. Na verdade, são projetadas para substituir esses modelos. Veja algumas situações:

  • Empresas que buscam soluções de isolamento sem poluir a decoração. As cabines acústicas cumprem a função e dão um toque no design do escritório;
  • Onde há muita interação e faltam locais para a realização de tarefas que exigem maior concentração;
  • Empresas que precisam fazer mais com menos. Salas de reuniões costumam ser maiores, aumentando os espaços ociosos, em especial quando somente uma pessoa reservou o local;
  • Escritórios que necessitam de áreas isoladas para uso individual, ou no máximo com quatro pessoas e ocupação rotativa.

 

Os motivos da substituição

Nos escritórios, muitos aspectos são importantes, entre eles, conforto, iluminação e silêncio. Sem barreiras para controlar o barulho, as pessoas discutem os resultados do futebol, debatem política e contam crises de relacionamento. O problema é que, com o passar dos anos, ficou claro que as pessoas compartilham mais informações do que o necessário nos escritórios open plan.

Segundo um estudo divulgado no American Journal of Industrial Medicine trabalhar o tempo todo em um local barulhento, cheio de conversas paralelas, é prejudicial não apenas a atenção e ao foco, como está associado a problemas de pressão e colesterol. Melhorar as condições de trabalho, o bem-estar e a saúde dos trabalhadores são bons motivos para implementar as cabines acústicas

cabines acústicas Framery na cor vermelha

A cabine acústica Framery adota o sistema plug and play, podendo ser facilmente movimentada, além de ter diversas opções de configurações

Outro fator é o conforto acústico. Como as divisórias não alcançam o teto, é preciso observar a reverberação. Se não for controlada, ela pode gerar um grande raio de distração e propiciar erros. A questão é que a produtividade cai, pois os trabalhadores perdem sagrados minutos recuperando a concentração.

 

As novidades que vêm por aí

Os escritórios de trabalho estão mudando. Entre as tendências, os ambientes de trabalho sem paredes ou divisórias. Ponto para quem imaginou os espaços coworking.

A adesão a esse modelo deve gerar ideias criativas para chamar a atenção daqueles que usam as cabines acústicas. As soluções, além de funcionais, podem melhorar o design do escritório. Alguns modelos permitem até customizações no interior, como mudanças na configuração dos assentos, nas superfícies e na iluminação.

E sabe onde devem ocorrer as próximas reuniões de brainstorming? Em cabines personalizáveis, de diversas cores, configurações e tamanhos, capazes de mostrar o DNA de cada empresa.

cabines acústicas rosa

A cabine BuzziHood é ideal para ligações rápidas

E lembre-se: é importante usar o bom senso, pois, no Brasil, os critérios utilizados estão na norma ABNT NBR 10152, que regula a acústica nos ambientes internos e edificações. De acordo com este documento, os níveis aceitáveis são:

  • 35 a 40 decibéis nas salas de reunião;
  • 40 a 45 decibéis nas salas de gerência, diretoria e videoconferência;
  • 45 a 50 decibéis nos escritórios coletivos, recepções e salas de espera.

 

Gostou da leitura? Agora você sabe como é importante melhorar o escritório beneficiando certas atividades. Além das cabines acústicas, conheça outras soluções da Atec e encontre seu espaço ideal para o trabalho.


Design sustentável: o processo eco-responsável da Herman Miller

A Herman Miller é uma empresa pioneira em diversos aspectos, mas também pode-se destacar o design sustentável, uma premissa que existe, ao menos, desde 1953, quando o fundador, D.J De Pree, se comprometeu a não prejudicar o Planeta ao desenvolver os projetos da sua empresa. Quer entender melhor o processo eco-responsável da Herman Miller? Siga a leitura!

 

Design sustentável e curiosidades da Herman Miller

Os produtos Herman Miller são quase 100% recicláveis. É impossível falar em sustentabilidade no setor, sem citar a Aeron por exemplo. Mas há outras curiosidades que chamam atenção na história dessa empresa, tanto na sua cultura e métodos, quanto nas ações sustentáveis.

cadeira aeron design sustentável

Além do design vanguardista, a Aeron possui até 76% do material do corpo proveniente de reciclados

 

Você sabia, por exemplo, que De Pree convidou George Nelson para ser diretor de design após ler um artigo dele na revista Life? O relacionamento pessoal e profissional dos dois originou diversos produtos. Entre os mais marcantes, o sofá Marshmallow.

A Herman Miller também foi uma das primeiras a aderir ao sistema de produção da Toyota. Essa parceria trouxe mais eficiência e melhorias na capacidade produtiva, no nível de qualidade e segurança da empresa.

Cabe destacar que os recursos obtidos no Green House, instalações da empresa em Holland, Michigan, contribuíram para a fundação do Green Building Council dos Estados Unidos. Essa organização direciona o mercado da construção civil em prol da sustentabilidade.

 

A metodologia cradle to cradle

A Herman Miller inovou diversas vezes com peças de design sustentável, sendo pioneira em ações ambientais no setor privado. O ano de 1989 marca a fundação da equipe de ação de qualidade ambiental. E, em 1997, essa visão aproximou a Herman Miller do MBDC, empresa de William McDonough e Michael Braungart, que desenvolveu o protocolo Cradle to Cradle (C2C).

A metodologia visava implementar a eco-efetividade na cultura de negócios e a Herman Miller foi pioneira nesse sentido. Em síntese, empresas que aplicam a metodologia devem fazer avaliações químicas dos materiais utilizados, considerando o impacto sobre as pessoas e o meio ambiente, a nível molecular. 

A desmontagem simples, facilitando consertos, é outra prerrogativa do C2C. Tudo isso para aumentar a capacidade de reutilização de cada componente usado nos móveis.

 

As vantagens de ser eco-responsável

cadeira Mirra 2 design sustentável

A cadeira Mirra 2 possui design original e ergonômico, com encosto e assento adaptáveis ao corpo

O processo eco-responsável ajuda a Herman Miller a criar designs inovadores, tornando a companhia uma inspiração, tanto em projetos residenciais, quanto corporativos. A empresa acredita no design atemporal, pois qualidade e durabilidade promovem sustentabilidade em essência. Os produtos nascem dessa forma para evitar, ao máximo, o descarte no meio ambiente. 

Além disso, as empresas que a Herman Miller representa têm processos de fabricação sintonizados com as regras de menor impacto ambiental. A cadeira de escritório Mirra, que surgiu em 2001, é o primeiro produto com a metodologia Cradle to Cradle da empresa. Essa criação trouxe muitos desafios, dentre eles, convencer os fornecedores sobre a importância de fabricar um produto e seus componentes. 

A empresa também esbarrou na dificuldade para aplicar a logística reversa nos seus produtos. Neste momento, se efetivou a eliminação do PVC na composição dos braços das cadeiras. Uma mudança que trouxe um grande benefício: os novos componentes mostraram-se mais baratos. Isso fez o investimento inicial ser mais alto, mas houve economia no longo prazo e proteção ao meio ambiente.

 

A excelência operacional da Herman Miller

A cadeira multifuncional Keyn design sustentável

A cadeira multifuncional Keyn possui diversos certificados de sustentabilidade

A empresa se preocupa com o cliente para além do ambiente de trabalho. Para isso, recorre a práticas e tecnologias inovadoras, como o Sistema de Desempenho da Herman Miller. Defendendo e aplicando uma série de práticas em toda a rede de operações, passando por distribuidores e fornecedores. É assim que a empresa aumenta sua confiabilidade perante os clientes.

A Herman Miller tem este DNA desde as origens. Em 1950, a empresa instituiu um programa formal de gestão participativa. A partir de 1983, os funcionários puderam comprar ações da empresa após completar um mês de serviço. Em 1999, cerca de 16% das ações em circulação na Herman Miller correspondiam a funcionários-proprietários. 

E, para embasar as decisões de curto e longo prazo que impactam a empresa, é usado um sistema de compensação, medição e indicador de desempenho, o Valor Econômico Agregado (EVA). Trata-se de uma avaliação interna sobre o desempenho operacional e financeiro e que se relaciona com a compensação de incentivo para os funcionários-proprietários.

Por trabalhar com esses princípios e promover o design sustentável, a Herman Miller consegue manter seus altíssimos padrões de qualidade, respeitando a saúde dos seus clientes e do Planeta. Gostou da leitura? Acesse o blog da ATEC para ler mais conteúdo relevante para o seu escritório ou projeto residencial.


Como a ergonomia no trabalho afeta a produtividade?

A ergonomia no trabalho deve ser uma das principais preocupações das empresas, afinal, é uma das condicionantes que afeta a produtividade. O termo ergonomia deriva do grego: ergon, que significa trabalho e nomos, que significa normas. A área se divide em três campos: físico, cognitivo e ambiental e, na visão de especialistas, é um grande erro ignorar os mandamentos da ergonomia no ambiente organizacional.

Nesta entrevista ao Diário de Pernambuco, a fisioterapeuta do SESI Saúde, Márcia Heráclio, indica que muitas causas de afastamento do trabalho estão ligadas a falta de ergonomia no ambiente onde as tarefas acontecem: 

“Assentos ou bancadas inadequadas obrigam o trabalhador a usar posturas impróprias. Se o assento for muito alto pode acarretar em dores nas pernas, nos joelhos e nos pés. Enquanto que se for muito baixo, irá prejudicar o dorso e o pescoço”, alertou a fisioterapeuta 

Sua empresa aplica a ergonomia no trabalho? Ótimo! Estão de acordo com a lei! Mas, se você lidera uma instituição que ainda não se adequou, chegou a hora! Siga a leitura e entenda por que a ergonomia pode afetar a produtividade da equipe.

 

A NR 17 e a ergonomia no trabalho

A Norma Regulamentadora nº 17 foi criada para que a ergonomia no trabalho tenha amparo legal, visto que é crucial à saúde, conforto, segurança e bem-estar dos profissionais. Elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a NR 17 visa reduzir os índices de doenças e acidentes de trabalho. Também procura minimizar os afastamentos e perdas na produtividade naquelas empresas com ambiente organizacional inadequado.

A norma ajuda essas empresas a estabelecer parâmetros que adaptam o ambiente às condições psicofisiológicas dos colaboradores, contribuindo para o melhor desempenho de todos. Para garantir a implementação das normas, as empresas devem realizar a Análise Ergonômica do Trabalho (AET). Esse levantamento serve para reunir as informações que darão base às mudanças e leva em consideração:

  • As regras de produção;
  • O modo de operação;
  • O tempo exigido;
  • O ritmo de execução;
  • O teor das atividades.

 

Ergonomia e produtividade

cadeira Aeron ergonomia no trabalho

A Aeron é referência quando o assunto é ergonomia, sua tecnologia e o design icônico proporcionam uma melhor experiência e conforto

A ergonomia no trabalho impacta a produtividade, porque garante um ambiente mais confortável. Oferecendo os padrões e condições ideais de ergonomia, as empresas contribuem, ainda, com a saúde dos funcionários fora do ambiente organizacional. 

Para atingir tais parâmetros, é necessário fazer uma série de ajustes. Precisa de uma ajuda? Neste tópico, vamos indicar as ações que sua empresa pode adotar para oferecer o ambiente ideal aos colaboradores. Confira!

Mobiliário

Adquira mobiliário de fornecedores que acompanham as tendências do ambiente corporativo e se preocupam com a ergonomia no trabalho para sua empresa. Essa medida é essencial, principalmente, para quem fica muitas horas em atividades repetitivas. Além de oferecer o conforto ideal, ajuda a evitar lesões por esforço repetitivo (LER).

SAYL Chair ergonomia no trabalho

Com seu encosto flexível a cadeira SAYL Chair dá uma maior liberdade nos movimentos

Carga horária

O gestor deve estabelecer a carga horária ideal para cada atividade e os profissionais devem ser orientados a respeitá-la. O excesso de horas pode comprometer a saúde mental do trabalhador e o seu desempenho.

Iluminação

luminária ergonomia no trabalho

A luminária Tone Personal é perfeita para uma iluminação individual

Esse é outro cuidado bastante importante no escritório: a iluminação tem que favorecer a produtividade. Caso não receba a devida atenção, vai afetar a saúde e o desempenho dos trabalhadores. Uma das melhores soluções é tratar a questão de forma individual, com luminárias que se adequam a necessidade de cada profissional.

 

Posição do trabalhador

Os profissionais devem ser orientados a não permanecer na mesma posição por tempo demais. Mostre a importância de alternar as formas de se aconchegar e incentive as pausas: em média, o ideal é descansar 15 minutos após 50 minutos ininterruptos de trabalho.

Exercícios

É interessante que a empresa promova alguma atividade física no ambiente interno, como yoga, ginástica laboral, ou simples alongamentos. Eles podem ser feitos no início do expediente, ou ainda em um dos intervalos de 15 minutos na rotina.

 

Benefícios da ergonomia no trabalho

A ergonomia no trabalho é benéfica tanto para os profissionais, como para as empresas. Os trabalhadores passam a ter melhor postura no trabalho, ganham qualidade de vida e se sentem mais valorizados. Para as organizações, essas medidas diminuem o absenteísmo, aumentam a produtividade – como vimos ao longo deste artigo – e contribuem para melhores resultados.

Por tudo isso, sua empresa deve começar a se adequar e promover melhorias com urgência no ambiente de trabalho. Agora que você conhece os caminhos e principais métodos, é hora de agir. Faça as devidas análises de ergonomia e ofereça bem-estar aos seus funcionários.