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8 razões para você ter uma Cosm Chair

Listamos aqui algumas razões que farão você ter certeza de que a mais nova cadeira da Herman Miller é a escolha perfeita para você!

1.Uma cadeira que se adapta a você, e não ao contrário!

O principal triunfo de Cosm é que ele segue o movimento natural e os pontos de articulação do corpo do usuário, em vez de forçar o corpo a seguir o movimento de um mecanismo. Como resultado, ele não levanta as pernas do usuário quando elas se reclinam e a pessoa pode mudar de postura quantas vezes quiser sem precisar fazer ajustes. E isso, além de revolucionário, é a razão pela qual a cadeira levou uma década para ser projetada. 

2. Resultado de uma década de projeto.

Há mais de 20 anos, os alemães do Studio 7.5, também responsáveis pelos projetos das cadeiras Setu, Mirra e Mirra 2, fazem pesquisas de design e engenharia para entender como as pessoas se sentam e trabalham, para projetar as melhores cadeiras. Os designers passaram oito anos pesquisando e desenvolvendo o sistema de inclinação Auto-Harmonic da Cosm, que oferece ao usuário o conforto imediato no momento em que se senta, independente de quem estava sentado anteriormente.De acordo com os designers, a experiência proporcionada pela Cosm é capaz de fazer a pessoa esquecer que está sentada em uma cadeira compartilhada. 

3. Suporte total à coluna.

Uma forma contínua da suspensão – ao contrário daquelas independentes em assentos e encostos – adapta-se exclusivamente a cada usuário e permanece em contato constante com as costas, fornecendo suporte total da coluna.

4. Apoio total para os braços.

Algo fundamental em uma cadeira de trabalho são braços que apoiem os cotovelos, mas que não impeçam o usuário de se aproximar da superfície de trabalho. Inclinando-se ligeiramente para baixo, os braços da Cosm comportam-se de maneira diferente dependendo de como você está relaxado – ao sentar-se em ângulo reto, eles agem como apoio para os cotovelos. Ao reclinar-se, eles se movem paralelamente ao solo para apoio total do braço.

5. Cores. 

A Cosm busca fugir do padrão tradicional do preto e cromado para os espaços corporativos, de uma maneira muito sofisticada. Disponível em 6 cores, cada detalhe de seu projeto faz com que ela se adapte a qualquer que seja o estilo do seu escritório.

6. Opções de escolha.

Sem braços, com braços fixos ou que se ajustam à qualquer altura e posição, além de 3 tamanhos de espaldar… a Cosm tem infinitas aplicações. Descubra que melhor se adapta a você.

7. Ideal para o futuro compartilhado.

Um escritório compartilhado potencializa ideias e possibilita ótimos resultados, por meio da colaboração e da produção em equipe. Mais do que compartilhar ideias, os usuários compartilham também o mobiliário. A Cosm é perfeita para qualquer lugar no qual os layouts e estações de trabalho não sejam fixos. Se Aeron era uma cadeira para um, a Cosm é uma cadeira para muitos.

8. Garantia de 12 anos.

A Cosm, assim como as demais cadeiras de escritório da Herman Miller, conta com uma garantia de 12 anos. Reconhecemos a natureza mutável do trabalho e a necessidade de produtos que possam suportar o uso contínuo. Para nós, garantia é uma promessa!

Faça o teste. Conheça a cadeira Cosm pessoalmente em uma de nossas lojas. Estamos em São Paulo, Rio e Brasília. 


Porque a Cosm é a cadeira de trabalho mais importante em décadas

Nenhuma empresa jamais fez uma cadeira de escritório como a Cosm, o mais recente lançamento da Herman Miller. Nem mesmo a própria Herman Miller.

 

Quando a Aeron foi lançada em 1994, logo tornou-se um ícone. Objeto de desejo, é a cadeira de escritório mais vendida da América, um clássico que ocupa um lugar na coleção permanente do MoMA.

A Cosm, feita em colaboração com os alemães do Studio 7.5, é o mais novo e talvez mais importante lançamento da Herman Miller desde a Aeron. Seu sistema de suspensão, inclinação e estrutura flexível fazem com que ela seja o oposto ideológico de sua antecessora.

O que faz a Aeron ser considerada a melhor cadeira são os seus inúmeros ajustes manuais – para cima ou para baixo, para frente ou para trás, reclinar-se mais ou menos, ajustes para a lombar e muito mais. Cosm, por outro lado, ajusta-se automaticamente ao usuário, com exceção da altura do assento e do apoio dos braços, resultando em mais conforto e com maior eficiência.

O principal triunfo de Cosm é que ele segue o movimento natural e os pontos de articulação do corpo do usuário, em vez de forçar o corpo a seguir o movimento de um mecanismo. Como resultado, ele não levanta as pernas do usuário quando elas se reclinam. E isso, além de revolucionário, é a razão pela qual a cadeira levou uma década para ser projetada.

“Basicamente, outras cadeiras ergonômicas sem ajustes não são capazes de lidar com diferentes níveis de força vertical aplicada”, explica Scott Openshaw, Gerente de Ergonomia e Fatores Humanos da Herman Miller. “A [Cosm] posiciona dinamicamente suas molas, de usuário para usuário, o que significa que se adapta à melhor experiência de estar de todos e não eleva as pessoas do chão para dar conta da reclinação.” De maneira mais simples, a Cosm é capaz para combinar o conforto concedido por cadeiras ergônomicas com puxadores e alavancas para ajustes, sem que nem mesmo um botão deva ser girado.

O restante dos benefícios da cadeira resultam de mais patentes e novas idéias. Uma forma contínua da suspensão – ao contrário daquelas independentes em assentos e encostos – adapta-se exclusivamente a cada usuário e permanece em contato constante com as costas, fornecendo suporte total da coluna. Inclinando-se ligeiramente para baixo, os braços da Cosm comportam-se de maneira diferente dependendo de como você está relaxado – ao sentar-se em ângulo reto, eles agem como apoio para os cotovelos. Ao reclinar-se, eles se movem paralelamente ao solo para apoio total do braço.

A Herman Miller aposta que a Cosm será o símbolos dos escritórios compartilhados dos anos 2010 (como a Aeron foi nos anos 1990 e 2000), como coworking, home office ou qualquer lugar no qual os layouts e estações de trabalho não sejam fixos. Se Aeron era uma cadeira para um, a Cosm é uma cadeira para muitos.

Adaptado do artigo original publicado no Gear Patrol


Por dentro do Laboratório Intensivo de Testes da Herman Miller

Onde os ícones do design moderno são expostos a todos os limites para testar sua qualidade

 

Produtos como esses são continuamente testados na sede da Herman Miller.

No Herman Miller’s Design Yard, ou “Quintal de Design da Herman Miller”, um ambiente diversificado com todos os tipos de equipamentos da empresa, você pode se deparar com o zumbido de dezenas de máquinas e a perfuração metódica dos assentos de Aerons, SAYLs e Cosms, no que a Herman Miller chama de Laboratório de Durabilidade. Esta é apenas uma seção do amplo laboratório de testes para os móveis da pioneira na pesquisa e no desenvolvimento de mobília de altíssima qualidade.

Dificilmente alguém imagina quantos testes estão por trás de cada produto, afirma Larry Larder, gerente de Serviços de Teste e Sistemas de Qualidade da Herman Miller. Larder é engenheiro mecânico e está na Herman Miller há 17 anos, 10 destes dedicados ao laboratório de testes. “O que fazemos é tentar descobrir a durabilidade de um produto nas mais adversas situações“, diz Larder. A Herman Miller tem uma invejável garantia de 12 anos, então seus produtos precisam durar perfeitamente muito além desse tempo.

O laboratório conta com um espaço formidável: ocupa dezenas de milhares de metros quadrados e tem a altura de um hangar de avião, com capacidade para executar 1.890 testes diferentes, que certificam desde a durabilidade dos materiais às cores dos tecidos.

Caper passando por testes no laboratório

As principais cadeiras de escritório do mundo são diariamente arrastadas sobre diferentes superfícies, empurradas para frente e para trás e giradas milhares e milhares de vezes. Prateleiras são penduradas e testadas com pesos além do seu limite. Tudo em conformidade com as diretrizes da Business and Institutional Furniture Manufacturing Association (BIFMA), que certifica móveis para escritório para que atendam aos requisitos de desempenho e durabilidade da indústria. Aqui, no entanto, os testes vão além das determinações do órgão. Larder explica que, embora o exigido para testar uma cadeira, por exemplo, seja soltar uma sacola pesada sobre ela 30.000 vezes, no Laboratório isso se repete por 100.000 ou 200.000 vezes para garantir que ela atenda aos seus próprios padrões de garantia.

Ainda mais impressionantes do que o mobiliário, são as máquinas que a Herman Miller projetou para realizar testes – enquanto os produtos passam por centenas de milhares de rodadas de inspeções, as máquinas estão operando repetidamente em vários produtos, milhões de ciclos de testes ao longo de sua vida.

“Você testa até ter certeza de que nada fora do comum está acontecendo”, diz Larder. Ruídos ou peças soltas podem significar que alguma coisa não está correta. Tem que haver um equilíbrio entre forma, peso a ser suportado e materiais. Em geral, nenhum projeto é descartado. Ajustes são feitos para que ele alcance essa harmonia e funcione da forma correta.

Simulação de pessoas sentadas

Em outra sala, mesas de altura ajustável com cargas sobre elas estão passando por testes para simular seu uso ao longo do tempo. Elas vão repetidamente da posição mais alta para a mais baixa, num processo chamado de “balé das mesas”. Elas chegam a ficar até uma semana em uma série de câmaras ambientadas que simulam calor, umidade ou frio, com temperaturas chegando a 140 graus. Por meio desses testes, os engenheiros buscam sinais de empenamento, colas que falham, acabamentos corroídos – qualquer problema que seja causado por ambientes extremos. A Herman Miller também desenvolveu testes para medir o desgaste que o sapato de uma pessoa pode causar na base metálica das cadeiras e usa transpiração sintética para simular como o suor afeta seus tecidos.

Câmaras ambientadas

Não são apenas os lançamentos que passam por todo esse processo. Um visitante pode se deparar com uma Aeron, por exemplo, sendo testada mesmo após tantos anos de fabricação. “Nós testamos os móveis ao longo de seu ciclo de vida, inúmeras vezes. Enquanto são vendidos, estamos frequentemente fazendo melhorias no design”, explica Larder.

Assento de uma Aeron passando por testes de peso

Essa é a garantia de qualidade e durabilidade que somente móveis de design original podem proporcionar.

Artigo originalmente publicado na revista Architectural Digest


Atec Cultural de Outubro – Mulheres modernas: a cidade e a casa com Sabrina Fontenele

Atec cultural outubro 2018 com Sabrina Fontenele

QUANDO: 24 de outubro de 2018
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

Em outubro a Atec Cultural traz a arquiteta e pesquisadora Sabrina Fontenele que vem se dedicando a estudar como as mulheres foram importantes na consolidação da arquitetura moderna nas metrópoles. Elas foram símbolos da inovação dos modos de vida, mas também protagonistas da família tradicional.

Em sua pesquisa, que acompanha mudanças metropolitanas entre 1930 e 1960, Sabrina Fontenele levantou em anúncios e crônicas de jornais como as mulheres eram representadas, seja circulando livremente pela cidade, seja em seus espaços domésticos; ora cuidando de seu corpo, ora ocupadas.

Sabrina Fontenele é mestre e doutora pela FAU-USP. Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Ceará. Pesquisadora de pós-doutorado da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp) onde estuda questões como domesticidade, preservação e arquitetura moderna com apoio da Fapesp. Autora do livro Edifícios modernos e o traçado urbano no Centro de São Paulo (Annablume, 2015).


Strips, um ícone do design italiano

Conheça de perto em nossa loja na Faria Lima, 1800, 10º andar

No início dos anos setenta, a arquiteta italiana Cini Boeri revolucionou o design de móveis com uma criação que ainda hoje ocupa lugar de destaque na história do mobiliário, o sofá modular Strips.

O modelo marcou a história da Arflex como uma das peças mais famosas do catálogo. Projetado em 1968, ganhou os principais prêmios do design, como o Compasso d’Oro em 1970, além de ser parte da coleção de museus em várias cidades do mundo, como Milão, Tóquio e Nova York.

Boeri trabalhou na busca por materiais alternativos que produzissem mobiliários menos onerosos que e tivessem um impacto positivo na qualidade de vida das pessoas. Essa busca pela inovação refletiu diretamente na escolha do poliuretano não-deformável para a capa acolchoada, que garante máximo conforto ao assento. A capa, removível, é sua característica mais funcional e marcante.

A linha modular conta também com as versões cama e sofá-cama. Basta abrir um simples zíper e a cama já está pronta para uso. Uma modularidade que permite incontáveis combinações de uso e configurações no ambiente.

 Veja mais sobre o Strips.