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Ward Bennett: “Minimize”

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Quando Ward Bennett morreu em 2003, aos 85 anos, o New York Times descreveu-o como “um designer de móveis e casas de Nova York, que trabalhava com linhas limpas e materiais requintados que tranquilamente deram origem a uma nova era”.

Durante uma carreira que durou mais de cinco décadas, Bennett projetou quase tudo: joias, talheres, cadeiras e casas. Era um mestre da simplicidade funcional. Sua principal filosofia era: “na vida e no design, minimize“. Bennett estampou capas das revistas Metropolis e Interiors Magazine.

Um pouco sobre Bennett

Ward Bennett nasceu em 1917 e cresceu em Washington Heights, no Upper Manhattan. Seu pai era artista, sua mãe equilibrista e, por isso, a família peregrinava por todo o país, passando por lugares como Saratoga, Miami, Maryland e Califórnia.

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Bennett amava trabalhar com matérias flexíveis para alcançar linhas graciosas, características do seu mobiliário. Na foto, sua clássica Landmark Chair, de 1964. Foto por François Dischinger

Quando saiu de casa, aos 13 anos, Bennett conseguiu um emprego como entregador numa indústria de lingeries de seda, em Nova York. A partir daí, começou a tomar algumas aulas à noite, criando esboços para o designer de moda Jo Copeland, ganhando 75 dólares por semana.

Aos 14 anos, ele já trabalhava na Saks Fifth Avenue, criando esboços de vestidos de noiva. Dois anos mais tarde, ele estaria montando o Queen Mary para a França, como assistente de uma empresa chamada Joe Junior, especializada em roupas para adolescentes. Bennett esboçava coleções de alta-costura em Paris.

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Para o projeto de Mirella e para o apartamento de Robert Haggiag, em New York, Ward Bennett manteve tudo abaixo da altura da janela para preservar a vista para o Central Park . Foto de Dean Kaufman.

Ao voltar do exército, durante a II Guerra Mundial, ele foi novamente para Nova York e conseguiu uma oportunidade de trabalho: experimentar e projetar peles para Hattie Carnegie, uma designer de moda muito conhecida e que tinha clientes como Joan Crawford e a Duquesa de Windsor.

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Baseando-se na cadeira giratória de George Washington, do icônico século 18, o projeto para cadeira Bumper, de Bennett (foto acima), se tornou realidade através da Geiger . Foto por François Dischinger.

Bennett voltou a Paris no Gl Bill, para estudar um pouco sobre esculturas com Ossip Zadkine. Lá ele conheceu um de seus heróis, o escultor parisiense Constantin Brancusi. Para Bennett “seu estúdio era como o céu, era um sonho”, disse. Para ele, Brancusi tinha uma espécie de honestidade e integridade, era um gênio que o fez decidir não ser um escultor naquele momento. Ele também se familiarizou com o trabalho do arquiteto, pintor e teórico Le Corbusier. Foi quando começou a olhar seriamente para a arquitetura moderna e quando iniciou sua relação com interiores e decoração.

Fonte: Why, Herman Miller


Fabricação da “Cadeira Shell” dos Eames em 12 GIFS

A história da Cadeira Eames Molded Plastic começou mais de 10 anos antes de seu lançamento, que ocorreu em 1950. Antes de se casar com Ray, Charles já experimentava técnicas de moldagem de madeira compensada, e testava projetos que resultavam em macas e talas, planadores de assento para marinha, entre outros.

Somente após a guerra e após o seu casamento é que Charles voltou a investigar a possibilidade de produção de cadeiras em massa. Com todos os esforços, parecia impossível criar uma cadeira de madeira curvada usando apenas um escudo – embora os testes tenham tornado possível a criação da cadeira Eames Molded Plywood.

Dois anos após a criação da Molded Plywood, Charles e Ray conseguiram moldar uma “Concha” (Shell em inglês) em metal para concorrer ao prêmio de Low-Cost Furniture Design, na competição internacional do MoMA. Apesar de lhes render o 2° lugar no concurso, a cadeira era muito cara e as pessoas começaram a procurar os produtos feitos em plástico reforçado com fibra de vidro. Foi então que a Shell, como a conhecemos hoje, nasceu. Tornou-se a primeira cadeira de plástico produzida em série.

Com o passar do tempo, a Shell Chair ganhou novas cores, formas e opções de estofamento. Mais que reproduzível, a cadeira se tornou customizável.

Hoje, a Herman Miller fabrica réplicas exatas da cadeira, que seguem o design original, incorporadas com polipropileno 100% reciclável.

Abaixo você pode acompanhar o processo de fabricação:

A resina colorida é misturada em tanques.

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Com a mesma tecnologia utilizada na indústria do automóvel, as novas resinas de fibra de vidro são processadas sem emissão de compostos orgânicos voláteis (VOCs) ou poluentes do ar (HAP), o que elimina a necessidade de oxidantes térmicos.

Os pré-moldados são retirados da máquina e inspecionados.

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No método, um tipo de pasta seca é utilizado, ao invés do processo úmido. O ligante seco une os fios que são aspirados pela máquina CNC em uma tela em forma de concha. Um vácuo assegura a contenção das partículas e as mantém presas por uma cola úmida, como no processo tradicional. Depois, o calor é aplicado para fundir e manter a forma. Nesse momento, a mão de obra entra em contato com o pré-moldado para inspecioná-lo e limpá-lo.

A resina é aplicada.

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A resina é aplicada na quantidade exata, e espalhada com uma ferramenta de mão.

Com o pré-moldado coberto de resina, é hora da prensa.

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Após a aplicação uniforme da resina, o invólucro é colocado numa prensa onde o calor e a pressão são aplicados. A prensa também corta as bordas, para eliminar os excessos de fibra de vidro, antes do processo de polimento.

A cadeira é inspecionada.

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Excessos que ainda ficam presos à cadeira são eliminados manualmente. As cadeiras são inspecionadas, uma a uma, e limpas.

As arestas são lixadas.

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Após ser lixada manualmente e com lixadeira elétrica, a cadeira é novamente limpa e enviada para a inspeção final.

Os shockmounts da base.

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Um fixador mecânico, que fica conectado à base da cadeira, recebe um adesivo em cada suspensão elástica, enquanto as cadeiras são limpas, transportadas em uma bandeja e secas sob pressão durante dois dias.

Os shockmounts são apertados e testados.

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A suspensão elástica é testada manualmente.

O estofamento é costurado.

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O tecido é cortado por uma máquina computadorizada e, em seguida, costurado à mão.

O estofamento é colocado na cadeira.

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Após a aplicação do enchimento de espuma, o estofamento é montado e anexado usando um “J-Channel”. Em seguida, ele é passado e colocado em outra máquina onde o calor e a pressão são aplicados.

As bases são ligadas à cadeira.

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Cada cadeira recebe um adesivo com as especificações do tipo de base que irá receber. A base é selecionada e anexada individualmente.

Embalagem e envio.

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A cadeira é limpa, novamente, e embalada para envio.

Para saber ainda mais sobre a cadeira, clique aqui.


SAYL Chair na Superinteressante

A Superinteressante (ed.343 de fevereiro/2015) falou sobre um assunto que diz respeito a todos nós: a cadeira de trabalho – o lugar em que passamos a maior parte dos nossos dias e que pode se transformar em inimigo número um da nossa saúde e qualidade de vida.

No texto, a SAYL chair foi classificada como “a cadeira dos sonhos”. Mas, ao contrário do que diz a matéria, não é necessário ser chefe para ter uma cadeira assim. Afinal, investir em ergonomia é investir em saúde, conforto e qualidade de vida.

Dê uma passadinha em nosso showroom e conheça de perto tudo que a SAYL, Aeron, Setu, Mirra e tantas outras cadeiras ergonômicas têm a oferecer para tornar os seus dias mais produtivos e saudáveis.

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Reprodução revista Superinteressante

 


Fritz Hansen recebe certificações do GREENGUARD

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Fritz Hansen, acaba de obter a Certificação GREENGUARD em uma série de produtos.

GREENGUARD é um selo concedido para produtos com baixas emissões químicas. Trata-se de uma certificação muito conhecida e reconhecida em programas de construções sustentáveis em todo o mundo.

Isso significa que além de vender móveis extremamente duráveis, a Fritz Hansen se compromete em melhorar continuamente seu trabalho para reduzir as emissões tóxicas e a exposição de produtos químicos durante o processo de fabricação até a etapa final.

Outro ponto importante: passamos grande parte do nosso tempo dentro de ambientes fechados. Porém, quando os móveis desses ambientes são certificados pelo GREENGUARD há uma garantia de que eles são fabricados com materiais de baixas emissões químicas. Isso melhora significativamente a qualidade do ar e, consequentemente, a qualidade de vida.

Conheça os produtos que obtiveram a certificação GREENGUARD:

 

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Egg Lounge Chair

 

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Swan

 

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Series 7 Chair

 

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Ant Chair

 

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Grand Prix Chair

 

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Lily Chair

 

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Oxford

 

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Ro

 

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Nap Chair

 

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Dot Stool

 

Essa novidade só reafirma o compromisso que a Atec possui ao escolher as empresas que representa. Empresas como a Fritz Hansen, que prezam pela constante melhoria dos seus processos de fabricação e oferecem qualidade no design e na sustentabilidade.

 


OFF | CUT. Arte de sobras.

OFF CUT Londres

OFF | CUT é uma estrutura experimental, leve, feita de sobras de madeira e couro da linha de produção da Fritz Hansen. Materiais que não teriam mais utilização, transformados em obras de arte pelas mãos dos arquitetos da Chung Tyson, com apoio do fundo de pesquisas da Escola Bartlett de Arquitetura, da Inglaterra.

Combinando técnicas digitais e de artesanato, a instalação explora a inventiva reutilização de resíduos de material do processo de produção de móveis na fábrica da Fritz Hansen, em Copenhagen.

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As peças do OFF | CUT serão pré-fabricadas nas oficinas da Bartlett e montadas no showroom da Fritz Hansen durante a London Design Festival 2013. Se estiver em Londres, não perca!

Mais informações: http://www.londondesignfestival.com/events/cut

Showroom Fritz Hansen

Showroom Fritz Hansen em Londres