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Por que o CEO da Herman Miller não tem escritório?

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Pode parecer muito estranho. O CEO de uma das maiores empresas de mobiliário para escritório, não tem um escritório privado.

Isso mesmo. Assim como todos os outros empregados, ele tem uma mesa disposta em um escritório aberto, compartilhado com o restante da equipe.

Mas nem sempre você o verá sentado junto à sua mesa. “Ao invés de ter um espaço exclusivo, eu trabalho diariamente em um espaço que se adequa a tudo que eu preciso – desde pequenas reuniões de grupos até as grandes reuniões profissionais”, afirma Walker.

O escritório privado de Brian Walker desapareceu há alguns anos. Mesmo com as crescentes críticas que afirmam que o layout aberto de escritório pode ser uma distração e tornar o ambiente improdutivo, Walker acredita que o compartilhamento de espaços de trabalho traz mais produtividade do que um escritório particular.

Os espaços versáteis, como o Locale sit-to-stand desk utilizado por Walker, permitem que as diversas atividades do dia sejam realizadas com flexibilidade, ergonomia e conforto. O compartilhamento de ideias faz com que os trabalhos sejam produzidos com mais criatividade e riqueza. Das dez pessoas que trabalham na equipe executiva de ações da Herman Miller, apenas duas utilizam escritórios privados.

“Nós pensamos nesse formato como um apoio para o desenvolvimento do trabalho e da equipe. São espaços que variam as configurações para atender às demandas, de acordo com que se precisa fazer”, conta.

Quanto à privacidade, Walker diz que esse estilo de mobiliário não atrapalha e não incomoda. “Quando você trabalha com esse formato aberto, você ouve coisas que poderiam levar mais de um ano para chegar até seus ouvidos. O feedback vem mais rápido”, disse.

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“Se você está ouvindo, perguntando e sendo perguntado, você pode aprender muito mais em menos tempo. E é isso que eu amo no meu espaço de trabalho na Herman Miller”, conclui.

Conheça algumas soluções que a Herman Miller oferece clicando aqui.

fonte: www.mlive.com


A poltrona Fri, da Fritz Hansen, chegou na Atec!

Fri, em dinamarquês, quer dizer “livre”. Não é por acaso que a poltrona desenhada por Jaime Hayon, para a Fritz Hansen, recebeu esse nome.

A cadeira, que acabou de chegar na Atec, oferece conforto e momentos de relaxamento e reflexão, sem quebrar a conexão com o mundo ao redor. A Fri vem estofada em sete cores diferentes e cuidadosamente selecionadas por Jaime Hayon. As pernas em alumínio escovado ou em pó revestido combinam integralmente com as almofadas. Sua concha é feita de espuma de poliuretano moldado, reforçada com fibras de vidro e criada a partir do mesmo método utilizado na confecção da poltrona EGG e da Swan Chair.

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No escritório, no restaurante ou na sala a poltrona Fri foi projetada para proporcionar tempo de qualidade para que você consiga descansar e continuar acessível. A Fri chair ajuda a criar uma atmosfera aconchegante, aberta e agradável; um espaço de interação, conforto e conexão com momentos significativos do dia a dia. Em um almoço, uma reunião ou uma sala de espera. A cadeira Fri se adapta a qualquer ambiente e oferece liberdade de movimentos em qualquer situação.

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Nas palavras de Jaime Hayon para a Revista REPUBLIC: “Fri é sobre a vida, sobre o que está acontecendo ao redor. Ela é uma cadeira aberta que permite que você faça parte do que está acontecendo. Com Fri, tentei projetar uma cadeira que decora levemente qualquer espaço e ao mesmo tempo cria um ambiente acolhedor, caloroso, informal.”

A Fri Chair provoca sensações visuais e físicas que ficam difíceis de descrever em palavras. Somente sentindo todo conforto e aconchego que ela tem a oferecer é que se entende. Visite um de nossos showroons e confira de perto as cores e opções disponíveis.

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Lembrando que a Atec tem representantes em todo país. Entre em contato com o representante da sua região.


Fabricação da “Cadeira Shell” dos Eames em 12 GIFS

A história da Cadeira Eames Molded Plastic começou mais de 10 anos antes de seu lançamento, que ocorreu em 1950. Antes de se casar com Ray, Charles já experimentava técnicas de moldagem de madeira compensada, e testava projetos que resultavam em macas e talas, planadores de assento para marinha, entre outros.

Somente após a guerra e após o seu casamento é que Charles voltou a investigar a possibilidade de produção de cadeiras em massa. Com todos os esforços, parecia impossível criar uma cadeira de madeira curvada usando apenas um escudo – embora os testes tenham tornado possível a criação da cadeira Eames Molded Plywood.

Dois anos após a criação da Molded Plywood, Charles e Ray conseguiram moldar uma “Concha” (Shell em inglês) em metal para concorrer ao prêmio de Low-Cost Furniture Design, na competição internacional do MoMA. Apesar de lhes render o 2° lugar no concurso, a cadeira era muito cara e as pessoas começaram a procurar os produtos feitos em plástico reforçado com fibra de vidro. Foi então que a Shell, como a conhecemos hoje, nasceu. Tornou-se a primeira cadeira de plástico produzida em série.

Com o passar do tempo, a Shell Chair ganhou novas cores, formas e opções de estofamento. Mais que reproduzível, a cadeira se tornou customizável.

Hoje, a Herman Miller fabrica réplicas exatas da cadeira, que seguem o design original, incorporadas com polipropileno 100% reciclável.

Abaixo você pode acompanhar o processo de fabricação:

A resina colorida é misturada em tanques.

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Com a mesma tecnologia utilizada na indústria do automóvel, as novas resinas de fibra de vidro são processadas sem emissão de compostos orgânicos voláteis (VOCs) ou poluentes do ar (HAP), o que elimina a necessidade de oxidantes térmicos.

Os pré-moldados são retirados da máquina e inspecionados.

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No método, um tipo de pasta seca é utilizado, ao invés do processo úmido. O ligante seco une os fios que são aspirados pela máquina CNC em uma tela em forma de concha. Um vácuo assegura a contenção das partículas e as mantém presas por uma cola úmida, como no processo tradicional. Depois, o calor é aplicado para fundir e manter a forma. Nesse momento, a mão de obra entra em contato com o pré-moldado para inspecioná-lo e limpá-lo.

A resina é aplicada.

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A resina é aplicada na quantidade exata, e espalhada com uma ferramenta de mão.

Com o pré-moldado coberto de resina, é hora da prensa.

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Após a aplicação uniforme da resina, o invólucro é colocado numa prensa onde o calor e a pressão são aplicados. A prensa também corta as bordas, para eliminar os excessos de fibra de vidro, antes do processo de polimento.

A cadeira é inspecionada.

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Excessos que ainda ficam presos à cadeira são eliminados manualmente. As cadeiras são inspecionadas, uma a uma, e limpas.

As arestas são lixadas.

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Após ser lixada manualmente e com lixadeira elétrica, a cadeira é novamente limpa e enviada para a inspeção final.

Os shockmounts da base.

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Um fixador mecânico, que fica conectado à base da cadeira, recebe um adesivo em cada suspensão elástica, enquanto as cadeiras são limpas, transportadas em uma bandeja e secas sob pressão durante dois dias.

Os shockmounts são apertados e testados.

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A suspensão elástica é testada manualmente.

O estofamento é costurado.

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O tecido é cortado por uma máquina computadorizada e, em seguida, costurado à mão.

O estofamento é colocado na cadeira.

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Após a aplicação do enchimento de espuma, o estofamento é montado e anexado usando um “J-Channel”. Em seguida, ele é passado e colocado em outra máquina onde o calor e a pressão são aplicados.

As bases são ligadas à cadeira.

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Cada cadeira recebe um adesivo com as especificações do tipo de base que irá receber. A base é selecionada e anexada individualmente.

Embalagem e envio.

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A cadeira é limpa, novamente, e embalada para envio.

Para saber ainda mais sobre a cadeira, clique aqui.


SAYL Chair na Superinteressante

A Superinteressante (ed.343 de fevereiro/2015) falou sobre um assunto que diz respeito a todos nós: a cadeira de trabalho – o lugar em que passamos a maior parte dos nossos dias e que pode se transformar em inimigo número um da nossa saúde e qualidade de vida.

No texto, a SAYL chair foi classificada como “a cadeira dos sonhos”. Mas, ao contrário do que diz a matéria, não é necessário ser chefe para ter uma cadeira assim. Afinal, investir em ergonomia é investir em saúde, conforto e qualidade de vida.

Dê uma passadinha em nosso showroom e conheça de perto tudo que a SAYL, Aeron, Setu, Mirra e tantas outras cadeiras ergonômicas têm a oferecer para tornar os seus dias mais produtivos e saudáveis.

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Reprodução revista Superinteressante

 


Aeron – pensada para os idosos. Perfeita para todos.

Quem conhece a Aeron Chair conhece também a tecnologia que a envolve, fazendo com que ela seja, mais que uma cadeira, um objeto de desejo dos consumidores mais exigentes.

O que poucos sabem é que um dos designers da Aeron, Bill Stumpf, era filho de uma enfermeira de gerontologia. Um observador nato do comportamento humano. Por isso, no final de 1970, a empresa de móveis Herman Miller contratou-o juntamente com Don Chadwick, para investigarem produtos com o melhor potencial para as necessidades dos idosos.

A oportunidade parecia tentadora. A população americana estava envelhecendo rapidamente. As instalações para uma vida assistida eram raras e os hospitais não possuíam mobiliário ergonômico adequado aos cuidados de longa duração.

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Em cada ambiente, Stumpf e Chadwick observavam os sinais que indicavam as oportunidades: a utilização dos móveis das maneiras mais inesperadas possíveis. Eles observaram que nos ambientes médicos e residenciais os idosos passavam horas assistindo TV. A cadeira, nesse sentido, tornava-se o centro de um universo. Essas observações foram extremamente relevantes e serviram como diretrizes para gerenciamento do projeto. Esses estudos e observações e os grupos de discussões fizeram com que Bill e Don tivessem um foco que jamais tiveram antes.

Após analisar cadeiras famosas como a La-Z-Boy e a Sarah Chair, eles perceberam algumas dificuldades dos públicos-alvo. Os idosos, com as pernas enfraquecidas, não conseguiam, por exemplo, reclinar as cadeiras. Além disso, a La-Z-Boy possuía um estofado macio, que deixava o assento desigual. Com o passar do tempo, o calor e a umidade acumulados no tecido incomodavam e causavam escaras.

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Depois de muitos testes e análises, Stumpf e Chadwick apresentaram um protótipo inovador que levava em conta toda a experiência obtida. Eles propuseram um mecanismo de reclinação com base na cadeira Sarah, permitindo que o assento e o encosto da cadeira se movessem juntos. Além disso, trocaram a espuma por uma malha de tecido que moldasse a forma de qualquer pessoa, ergonomicamente, impedindo odores, acúmulo de umidade e aquecimento do corpo. Após alguns testes eles perceberam, instintivamente, que era possível obter o mesmo desempenho com a utilização de menos materiais. E isso iria contribuir, também, com o meio ambiente.

Quando a Aeron Chair foi finalizada, eles perceberam que ela solucionava todos os problemas encontrados nas cadeiras anteriores. Mas, havia uma preocupação com a estética. Será que iriam estranhar o seu design? Ao contrário, o design da cadeira causou encanto, pois a tornava surpreendentemente inovadora e tecnológica frente às demais.

Em 1996 as encomendas já superavam as expectativas da Herman Miller. A cultura pop também contribuiu para o surgimento de um fenômeno. Will, em Will and Grace, passou um episódio inteiro tentando obter uma Aeron. Cerca de 7 milhões de Aerons foram vendidas então, e, a cada 17 segundos, uma nova Aeron sai das linhas de fábrica da Herman Miller.

A cadeira Aeron se tornou um clássico do design porque mudou a história da indústria e antecipou o movimento em direção à desmaterialização e sustentabilidade. Mais que isso, hoje a cadeira incorpora também o importante papel de ergonomia no trabalho.

A Aeron é produzida em 3 tamanhos: A. B e C. Calcule a Aeron Chair ideal para você.