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Por dentro do nosso showroom

A experiência no showroom Atec é marcada pela exclusividade e originalidade dos produtos, tornando a visita obrigatória aos amantes do design. Grande parte das peças expostas pode ser encontrada nos maiores museus ao redor do mundo, como o MoMA e o Metropolitan em Nova York. Algumas dessas peças, com suas formas esculturais, são verdadeiras obras de arte que permitem uma viagem à história do design mundial.



Cuidadosamente planejada, a composição do layout do showroom se reinventa trimestralmente. São adicionados os últimos lançamentos das marcas representadas juntamente aos produtos clássicos. A Atec ainda promove eventos em algumas dessas mudanças com a presença de designers, que muitas vezes realizam palestras imperdíveis.



O showroom conta ainda com objetos de decoração assinados por grandes nomes do design que podem ser levados à pronta entrega. Entre bichinhos entalhados em madeira, vasos cerâmicos e candelabros feitos em latão sólido, estes objetos transformam e dão vida a qualquer ambiente.



A originalidade e a ergonomia garantem, ainda, a durabilidade desses produtos. Com prazos de garantia maiores do que o mercado normalmente oferece, a vida útil do projeto se mantém prolongada com produtos Atec: são peças feitas para durar. Agende sua visita e não perca as novidades do universo Atec.


Atec – Conheça as histórias por trás das peças de design original

Cadeira Series 7 de Arne Jacobsen

Residências e escritórios são, necessariamente, redutos de histórias. Elas estão impressas nas curvas e nas arestas do mobiliário, dos objetos dedecoração e das ferramentas de trabalho. Quanto mais cuidados são, mais histórias esses objetos carregam. Por que a curva acentuada daquela cadeira ganha suavidade em determinado ponto? O que levou o designer a optar por tal forma de mesa e não outra?

Então, daremos uma pausa na correria para contar boas histórias das peças que representamos.

Poltronas Coconut e Mesas Nelson - George Nelson

Começamos acoplando nosso nome a nomes de peso: Herman Miller e Fritz Hansen são só algumas das gigantes que podem cruzar oceanos graças à Atec Original Design. A Herman Miller, empresa que conta com nomes como os de George Nelson e do casal Charles e Ray Eames, alguns dos principais fundadores do modernismo norte-americano. Nelson ficou muito conhecido por criar o conceito de “armário embutido”, pela poltrona Coconut, pelas luminárias Bubble, o sofá Marshmallow entre outros objetos que passaram a fazer parte da vida das pessoas para nunca mais sair. “Você não pensa sua maneira de trabalho criativo, você trabalha sua maneira de pensamento criativo”, diria o designer, que via o seu trabalho, sobretudo, como motor de mudança social.

Em 1956, Nelson e Irving Harper, outro conhecido designer, foram abordados por um inventor que criara discos de plástico por injeção, muito duráveis e fabricados a um custo baixo. Observando os discos, eles pensaram em um sofá cujos assentos e encostos tivessem esse formato e, assim, nascia o sofá Marshmallow, que correria o mundo nos anos 60 e teria esse nome porque foi fabricado primeiro na cor branca, lembrando a guloseima americana. Outra história curiosa é a das luminárias Bubble: foi com um spray de plástico branco e translúcido desenvolvido pelo exército dos EUA, que Nelson as criou, com o fim de fabricar luminárias semelhantes a algumas caríssimas peças suecas.

Eames Lounge Chair - Charles e Ray Eames

O casal Eames também é anedótico em si. Cheios de talento, vigor e irreverência, Ray e Charles Eames desenvolveram, entre trabalhos artísticos, visuais, cinematográficos, a lounge chair mais famosa do mundo, que passou a fazer parte do acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Durante a II Guerra, chegaram a interromper o trabalho com móveis para fabricar macas e talas para as pernas de soldados americanos. Criaram também cadeiras de escritório, como a cobiçada Eames executive/lobby chair, giratória de couro. Seu objetivo era criar algo menor do que a Eames Lounge Chair, que também pudesse ser usada como uma cadeira de conferência. Em 1972, o grande mestre do xadrez americano, Bobby Fischer, solicitou especificamente o projeto desta cadeira para o seu combate com o adversário russo Boris Spassky. Fischer explicou que esse era o único lugar em que ele poderia realmente se concentrar. Spassky então fez a mesma demanda, levando os patrocinadores do torneio a adquirir rapidamente uma segunda cadeira Eames para a partida.

Cadeira Series 7 e Planner Shelving

Outro exemplo de fabricante cheia de histórias com que andamos de mãos dadas é a Fritz Hansen, fundada na Dinamarca, em 1872, pelo marceneiro de mesmo nome e por seu filho Christian. De lá pra cá, a empresa construiu uma longa e sólida trajetória quando o assunto é transformar o espaço. O trabalho da Fritz Hansen é guiado pela filosofia de que uma única peça de mobília pode embelezar todo um ambiente ou edifício – e elevar o bem estar daqueles que ocupam esses espaços. Arne Jacobsen, um dos mais importantes arquitetos e designers modernos, em parceria com a empresa, desenvolveu as cadeiras da série 7 e Ant, que estão entre as mais conhecidas do mundo.

Outro trabalho icônico do arquiteto é o Hotel SAS, que foi inaugurado em 1961, em Copenhague. Muito avançado e sofisticado para seu período, esse talvez seja o mais famoso símbolo do período clássico do aclamado design dinamarquês. O perfeccionismo próprio de seu trabalho está refletido em uma de suas famosas declarações: “Se um edifício torna-se arquitetura, então isto é arte”, diz Arne Jacobsen.


Design dinamarquês: saiba por que ele é tão importante e copiado no mundo inteiro

O icônico design dinamarquês e a história por trás desse estilo para além das cadeiras.

“É quase mais fácil construir um arranha-céu do que uma cadeira”, disse Ludvig Mies Van Der Rohe, mestre do minimalismo na arquitetura. E foi justamente com esse objeto, a cadeira, que o design dinamarquês passou a correr mundo em seus anos dourados.

“A cadeira é a peça de mobiliário que está mais próxima dos seres humanos. Você pode dar a ela um toque pessoal”, disse Hans J. Wegner, o “mestre da cadeira”, que sempre trabalhou de modo cuidadosamente artesanal. O artesanato, aliás, é uma das atividades tradicionais do país, que o design da Dinamarca não abandonou em sua trajetória.
Esse estilo marcou época e ficou em evidência dos anos 20 ao fim dos anos 70, mas teve seu auge nos anos 50 e 60 do século XX. Assim, abriu caminhos para o comércio internacional de mobiliário, moda e design de alto padrão.

Com um estilo funcionalista (a função não é negligenciada em detrimento da estética), o design dinamarquês ganhou corpo sob influência da importante escola alemã, Bauhaus.

O contato com novas tecnologias industriais da Europa, por um lado, e a atenção à tradição de produção de artesanato de qualidade, por outro, constituíram a base para a produção industrial de móveis, edifícios e objetos que teve início naquele momento e fez história.

O uso da madeira clara, típica da mobília dinamarquesa, contribui para a ‘atmosfera nórdica leve e clara’ dos ambientes. Além disso, existe uma atenção especial a dois elementos principais: a ideia, ou seja, a função do objeto, e a forma necessária para que desempenhe sua função de maneira charmosa, confortável e eficaz. O foco do design dinamarquês é no usuário e, por isso, teve, desde o seu início, vínculo estreito com as reflexões sociais, humanas e ergonômicas (para saber mais sobre ergonomia, leia nosso outro artigo aqui).

Dentre os mais bem sucedidos designers dinamarqueses, podemos citar nomes como Hans J. Wegner, Arne Jacobsen, Børge Mogensen, Finn Juhl, Poul Kjærholm, Poul Henningsen, Verner Panton e tantos outros.

Em uma das manifestações mais emblemáticas do design dinamarquês, é possível destacar a construção do Hotel SAS, em Copenhague. Essa é uma construção que representa o modernismo clássico, com formas simples e severas. Símbolo de bom gosto e sofisticação, que foi projetado do começo ao fim por Arne Jacobsen.

Arne Emil Jacobsen nasceu em 1902, em Copenhague, Dinamarca. Um fato curioso é que iniciou sua carreira como pedreiro em construções residenciais e, anos mais tarde, contou com o apoio do pai para ingressar na faculdade de arquitetura. Considerado um dos nomes mais importantes da arquitetura modernista, além de designer de móveis, também foi decorador e professor. Ele ficou conhecido principalmente pelas cadeiras da Series 7 e pelas poltronas Egg e Swan.

Além de ser um ícone de sofisticação, o design da Dinamarca também lançou sementes que dariam frutos no design até os dias de hoje, como a empatia ao usuário, o trabalho coletivo, o respeito aos saberes tradicionais e às necessidades humanas, para além do consumo de supérfluos não funcionais.

Palavras-chave: Design dinamarquês, sofisticação, cadeira, usuário, arquitetura, Bauhaus, Arne Jacobsen, Hotel SAS, funcionalismo.


Ergonomia – um importante conceito no design de interiores

O termo vem de duas palavras gregas: ergon, que significa “trabalho” e nomos, que remete a um aspecto de Zeus: o “espírito da legislação, dos estatutos, da norma”. A ergonomia é, então, um conjunto de saberes que relaciona corpo e espaço. No design de interiores, a ergonomia cuida da harmonia do corpo com os objetos, adaptando formas e equilibrando humores. Ela aprimora, assim, a qualidade dos momentos de produtividade
e os momentos de lazer.

No contexto de recuperação da II Guerra Mundial, especialistas europeus pensaram a relação das dimensões dos aparelhos de trabalho com o corpo humano. Por exemplo, a importância de calcular a distância entre os comandos em painéis de controle para maior
conforto dos braços. O próximo passo do saber ergonômico foi pensar a segurança e as condições de trabalho nas indústrias. Mais recentemente, a partir dos anos 80, a ergonomia passou a ser relacionada os processos cognitivos, na captação de determinadas mensagens pelo cérebro.

Tais conhecimentos podem deslizar por diversas áreas da vida humana. Veja abaixo alguns exemplos de ergonomia no design de interiores:

Ergonomia no design de interiores
Posição dos objetos

Problemas ergonômicos muitas vezes não estão ligados a um móvel específico, mas podem surgir a partir da relação entre os móveis no espaço de que dispõem. Um móvel com altura inadequada, por exemplo, pode causar lesões ortopédicas, problemas de coluna e, consequentemente, muito estresse. 

Ambientes funcionais
Entender a ergonomia é o primeiro passo para ter um ambiente funcional. É bem provável que pensar e organizar um ambiente dessa maneira permita economia de tempo e energia, proporcionando mais tempo livre, além de bem-estar durante o período de atividades. 
Como não existem regras fixas, um projeto de adequação do ambiente ao estilo de vida, demanda um profissional capacitado para, a partir de acompanhamento de hábitos e conversas a respeito dos anseios sobre tempo e espaço, aplicar a ergonomia no design de interiores.

Organização e limpeza

Não é fácil manter a organização e a limpeza dos ambientes em que se realizam as atividades cotidianas. Mas isso faz diferença. Como exemplo, pode-se imaginar a diferença entre trabalhar em uma mesa cheia de objetos que não estão relacionados à atividade e trabalhar em uma mesa sobre a qual estão apenas os objetos essenciais à atividade. Da distração à sensação de caos, nada na mesa bagunçada ajuda a realizar o que se pretende.

A ergonomia aplicada a esse contexto pode ajudar a deixar de perder pequenos tempos de organização, auxiliando na determinação de locais em que os objetos precisam estar de acordo com a rotina em questão. O aumento do período de tempo livre, que antes era dedicado à limpeza e organização, certamente trarão nova motivação e, assim, também maior produtividade.

Cores e iluminação do ambiente

Cores e luz têm influência sobre o estado emocional. A leitura visual do ambiente tem muita relevância na ergonomia aplicada ao design de interiores e influencia humores. Para dar exemplos muito simples: a luz baixa e amarela incita a um estado de relaxamento e as cores azul e branco são mais ligadas a atividades de desenvolvimento tecnológico. Isso funciona tanto em espaço físico quanto virtual.

Pensar na iluminação e nas cores dos ambientes das atividades humanas, tanto de lazer quanto de trabalho, é um gesto de cuidado com o próprio corpo. Além disso, aumentar a quantidade de tempo livre e melhorar a qualidade de tempo produtivo é sempre muito bem-vindo.

Palavras-chave: ergonomia; design de interiores, tempo, espaço, bem-estar, estilo de vida, móveis.


Por dentro do Laboratório Intensivo de Testes da Herman Miller

Onde os ícones do design moderno são expostos a todos os limites para testar sua qualidade

 

Produtos como esses são continuamente testados na sede da Herman Miller.

No Herman Miller’s Design Yard, ou “Quintal de Design da Herman Miller”, um ambiente diversificado com todos os tipos de equipamentos da empresa, você pode se deparar com o zumbido de dezenas de máquinas e a perfuração metódica dos assentos de Aerons, SAYLs e Cosms, no que a Herman Miller chama de Laboratório de Durabilidade. Esta é apenas uma seção do amplo laboratório de testes para os móveis da pioneira na pesquisa e no desenvolvimento de mobília de altíssima qualidade.

Dificilmente alguém imagina quantos testes estão por trás de cada produto, afirma Larry Larder, gerente de Serviços de Teste e Sistemas de Qualidade da Herman Miller. Larder é engenheiro mecânico e está na Herman Miller há 17 anos, 10 destes dedicados ao laboratório de testes. “O que fazemos é tentar descobrir a durabilidade de um produto nas mais adversas situações“, diz Larder. A Herman Miller tem uma invejável garantia de 12 anos, então seus produtos precisam durar perfeitamente muito além desse tempo.

O laboratório conta com um espaço formidável: ocupa dezenas de milhares de metros quadrados e tem a altura de um hangar de avião, com capacidade para executar 1.890 testes diferentes, que certificam desde a durabilidade dos materiais às cores dos tecidos.

Caper passando por testes no laboratório

As principais cadeiras de escritório do mundo são diariamente arrastadas sobre diferentes superfícies, empurradas para frente e para trás e giradas milhares e milhares de vezes. Prateleiras são penduradas e testadas com pesos além do seu limite. Tudo em conformidade com as diretrizes da Business and Institutional Furniture Manufacturing Association (BIFMA), que certifica móveis para escritório para que atendam aos requisitos de desempenho e durabilidade da indústria. Aqui, no entanto, os testes vão além das determinações do órgão. Larder explica que, embora o exigido para testar uma cadeira, por exemplo, seja soltar uma sacola pesada sobre ela 30.000 vezes, no Laboratório isso se repete por 100.000 ou 200.000 vezes para garantir que ela atenda aos seus próprios padrões de garantia.

Ainda mais impressionantes do que o mobiliário, são as máquinas que a Herman Miller projetou para realizar testes – enquanto os produtos passam por centenas de milhares de rodadas de inspeções, as máquinas estão operando repetidamente em vários produtos, milhões de ciclos de testes ao longo de sua vida.

“Você testa até ter certeza de que nada fora do comum está acontecendo”, diz Larder. Ruídos ou peças soltas podem significar que alguma coisa não está correta. Tem que haver um equilíbrio entre forma, peso a ser suportado e materiais. Em geral, nenhum projeto é descartado. Ajustes são feitos para que ele alcance essa harmonia e funcione da forma correta.

Simulação de pessoas sentadas

Em outra sala, mesas de altura ajustável com cargas sobre elas estão passando por testes para simular seu uso ao longo do tempo. Elas vão repetidamente da posição mais alta para a mais baixa, num processo chamado de “balé das mesas”. Elas chegam a ficar até uma semana em uma série de câmaras ambientadas que simulam calor, umidade ou frio, com temperaturas chegando a 140 graus. Por meio desses testes, os engenheiros buscam sinais de empenamento, colas que falham, acabamentos corroídos – qualquer problema que seja causado por ambientes extremos. A Herman Miller também desenvolveu testes para medir o desgaste que o sapato de uma pessoa pode causar na base metálica das cadeiras e usa transpiração sintética para simular como o suor afeta seus tecidos.

Câmaras ambientadas

Não são apenas os lançamentos que passam por todo esse processo. Um visitante pode se deparar com uma Aeron, por exemplo, sendo testada mesmo após tantos anos de fabricação. “Nós testamos os móveis ao longo de seu ciclo de vida, inúmeras vezes. Enquanto são vendidos, estamos frequentemente fazendo melhorias no design”, explica Larder.

Assento de uma Aeron passando por testes de peso

Essa é a garantia de qualidade e durabilidade que somente móveis de design original podem proporcionar.

Artigo originalmente publicado na revista Architectural Digest