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Por que o design escandinavo ganhou o mundo e se tornou tão desejado?

Minimalismo, linhas retas, cores neutras, espaços claros e funcionais. Essas são algumas características do design escandinavo. O estilo de decoração teve início, no século XX, nos países nórdicos da Europa: Suécia, Noruega, Islândia, Dinamarca e Finlândia, como resposta ao frio rigoroso e a escuridão nesta região.

Arquitetos e designers com especialidades distintas contam a história do estilo escandinavo, como os dinamarqueses Hans Wegner e Arne Jacobsen.

O estilo logo conquistou o mundo, inclusive no Brasil. Hoje, a decoração escandinava é muito relevante aqui, despertando interesse de quem valoriza o minimalismo, tanto no design como na arquitetura.

Quer conhecer mais detalhes do design escandinavo? Siga a leitura! Temos mais informações e dicas para você!

 

Por que o design escandinavo é tão popular?

No estilo escandinavo menos é mais, ou seja, poluição visual ou excesso de cores chamativas ficam de fora. A sofisticação está nos detalhes.

As casas escandinavas são pequenas, por isso, os móveis têm dimensões menores e tudo precisa ficar no lugar certo. Além disso, os recursos naturais nos países nórdicos são limitados, fazendo que os profissionais valorizem o que é usado e criem produtos para durar a vida toda.

A seguir, veja por que o design escandinavo consegue atrair o interesse das pessoas e constituir ambientes agradáveis.

 

Cores neutras

No intuito de criar um ambiente clean, o design escandinavo utiliza cores neutras. A frieza do ambiente é reduzida com elementos levemente envelhecidos, misturando o tradicional e o moderno. Em relação aos objetos decorativos, o mais comum é utilizar materiais orgânicos, como madeira, lã e linho.

Design minimalista

O minimalismo também aumenta a popularidade do design escandinavo. Esse conceito proporciona uma arquitetura unitária, em que materiais e elementos dão vida a espaços simples. Para os escandinavos, tudo que integra o cotidiano pode ser belo e deve ser funcional.

acomodação com design escandinavo

Uma típica acomodação com design escandinavo, incluindo produtos da dinamarquesa Fritz Hansen, como a cadeira Ant, luminárias KAISER idell e o sofá Favn.

 

Contraste com objetos coloridos

Se por um lado o design escandinavo abusa dos tons claros, por outro, os objetos se destacam usando cores mais vivas, como azul, rosa e tons terrosos. Peças em madeira natural são amplamente exploradas e os contrastes servem para aumentar a comodidade nos ambientes.

 

A força do minimalismo

Simples e funcional, o estilo escandinavo conquistou enorme prestígio, mostrando-se competitivo e original. A seguir veja alguns profissionais que, ao longo da história, ajudaram a difundir o estilo.

Arne Jacobsen

O dinamarquês Arne Jacobsen tem um trabalho bastante diversificado. Ele atuou na arquitetura, no design de móveis e de produtos. Uma de suas ideias era integrar móveis à arquitetura ao redor.

Kaj Franck

O finlandês Kaj Franck é outro expoente do estilo. Formado em Arquitetura de Interiores, ele ganhou vários prêmios na carreira e ficou conhecido pelo trabalho estético em vidro e cerâmica.

Hans Wegner

Um designer de móveis dinamarquês de renome mundial, o trabalho de Hans Wegner se caracteriza principalmente pela funcionalidade orgânica. Ele projetou mais de 500 cadeiras, 100 delas com produção em massa e algumas se tornaram ícones.

Poul Kjærholm

O contraste entre as esculturas e elementos arquitetônicos é uma das principais marcas no trabalho de Kjærholm. Seu desenho é elegante e com linhas limpas. O aço era a sua matéria-prima, combinado com materiais como madeira, couro e mármore.

Nanna Ditzel

A dinamarquesa Nanna Ditzel é a representante feminina. Ela ganhou notoriedade por inovar nas técnicas depois da Segunda Guerra Mundial. Seu estilo era evidente em elementos geométricos e orgânicos no design de móveis e até de jóias.

Mais sobre as características

poltronas VIA57™ coloridas design escandinavo

As poltronas VIA57™, da Fritz Hansen, unem o conforto americano ao design escandinavo

Simplicidade e minimalismo são marcantes na arquitetura dos espaços, nos móveis e nas cores de um ambiente com design escandinavo. A seguir, veja mais características:

  1. Móveis de madeira clara, madeira de demolição, ou com predominância do branco.
  2. Contraste entre cores suaves e cores marcantes. O contraste também pode existir entre a madeira e itens têxteis, como sofás ou tapetes. 
  3. Paleta de cores principalmente em tons de branco cinza, preto, azul, amarelo e rosa.
  4. Plantas também são importantes. Elas são minimalistas e a maioria não tem flores, como espada de são jorge e cactos.
  5. Visual clean e decoração que traz praticidade. Espaço livre para a luz e para a movimentação.

 

Como escolher móveis e iluminação adequada

Você quer explorar o design escandinavo? Temos algumas dicas! A primeira delas é sobre iluminação. Priorize as paredes claras para realçar a amplitude do ambiente. A presença de luminárias, como a KAISER Idell Floor Tiltable é uma boa escolha, pois tem linha reta e cor preta.

design escandinavo com cores claras e contraste

A icônica série de luminárias KAISER idell é inspirada pelo design original da Bauhaus, escola de design mais conhecida do século XX.

Na sala de estar, lembre-se de repetir a lei das linhas retas e dê preferência a cores suaves, com a branca predominando. Se preferir, pode destacar um móvel, como o sofá, usando uma cor mais chamativa. 

Espelho redondo e tapete com formas geométricas também são característicos do design escandinavo. Os quadros costumam ter ilustrações ou fotos com os mesmos tons dos objetos decorativos. Além disso, podem ficar encostados no chão ou em prateleiras, em vez de pendurados.

Os tapetes podem ser azuis, cinzas e, quase sempre, possuem listras ou estampas geométricas. Aqueles em preto e branco, formando zigue zague também são muito comuns.

O design escandinavo nos mostra que a beleza também existe na simplicidade. Aposte nesse estilo de decoração para criar um ambiente clean, elegante e funcional. E lembre de usar móveis com design original, eles podem deixar o espaço da casa ainda melhor.


Conheça Praga, uma das cidades mais bonitas do mundo

O filósofo tcheco-brasileiro, Vilém Flusser, descreve Praga, sua cidade natal como “A cidade imperial com seu castelo gótico e seu subúrbio barroco no lado pequeno da Moldávia, e seus telhados góticos e seus subúrbios industrializados no lado grande, tem personalidade marcada como poucas cidades”. A cidade é merecidamente considerada um berço da civilização.

Praga é praticamente um clima existencial, uma cidade de beleza ostensiva, que abriga tanto católicos, quanto judeus, alemães, ortodoxos, burgueses, marxistas ou proletários. Foi uma cidade onde durante muito tempo se falou alemão e tcheco, e que transitou sem maiores obstáculos entre Ocidente e Oriente no intervalo entre as duas grandes guerras mundiais. Talvez por ser esse espaço de trânsito e de histórias intensas, seja fonte tão rica de história, cultura e civilização. Alguns dos pontos importantes para conhecer quando for a essa cidade tão singular são:

Staré Mešto ou Praga 1, o bairro velho da cidade, que chamamos de centro histórico. A praça da cidade velha, a prefeitura da cidade velha e o relógio astronômico e a igreja em estilo barroco-rococó de São Nicolau são momentos emblemáticos dessa parte da cidade.

– O bairro judeu. Seguindo pela rua Maiselova, que está logo atrás da igreja de São Nicolau, entra-se no bairro judeu. Adiante, estão a Maiselova Sinagoga, a Velha-Nova Sinagoga, a Prefeitura Judaica de Praga e a Alta Sinagoga. Na rua Široká, está a Sinagoga de Pinkas, um espaço dedicado à memória das vítimas do Holocausto nazista e, ao lado, o Cemitério Velho Judaico. Ainda na mesma rua, está localizada a Sinagoga Espanhola, onde está o Museu Judaico e o monumento ao escritor praguense Franz Kafka.

– A Ponte Carlos. As pontes de Praga são bastante famosas, mas a mais famosa é a Ponte Carlos (Karlův Most), com 30 esculturas religiosas. Ela liga a cidade velha ao bairro de Malà Strana.

– Bairro de Malà Strana e o Castelo de Praga. Abaixo da Ponte Carlos está a chamada Ilha de Kampa, um longo trecho entre o Rio Moldávia e um riozinho menor chamado Čertovka, que divide um trecho da cidade, transformando-o em “ilha”. Ali, as ruas são planas e se pode caminhar com tranquilidade, por suas ruas cheias de cores e cheiros de condimentos e ervas. Ali também está o Parque Kampa, onde fica o museu Kampa e as conhecidas dez esculturas dos bebês gigantes, feitas por David Cerny.

O Castelo de Praga é a atração turística mais procurada na cidade. Depois de subir uma pequena ladeira, é possível se deliciar com a vista dessa cidade encantadora. Do bar/restaurante do palácio Lobkovizc, é possível tomar um café com uma vista incrível.

– Bairro de Nové Mešto (Praga 2), ou Bairro Novo, que está ao lado do Bairro Antigo. No Teatro Nacional, construído no século XVIII, Mozart apresentou pela primeira vez, em 1787, a famosa ópera Don Giovanni.

– A Praça Venceslau (Václavcské náměstí). O Museu Nacional de Praga está em frente à outra praça principal da cidade, a Praça Venceslau (Václavcské náměstí), homenagem à Venceslau I, duque e santo padroeiro da Boêmia. Essa praça tem uma forma curiosa, meio ovalada e comprida, com 750 m de largura e com uma área total de 45.000 m2. É local para manifestações públicas e foi também onde a Tchecoslováquia, em 1918, declarou-se independente do império Austro-Húngaro. Foi também aqui que Jan Palach, um estudante de filosofia, ateou fogo ao próprio corpo em sinal de protesto contra a opressão imposta pela URSS, dando início à Primavera de Praga.

– Halla 22 Market. Às margens do Rio Moldava em Holešovice, está o mercadão não turístico com 85 estantes de frutas, queijos, pães, frios. Aos sábados, ele recebe fazendeiros locais com produtos como sucos, mel e peixes e, na primavera, fica todo florido. Pra quem gosta de comprar coisinhas locais pra comer pela cidade ou no momento de descanso.

 


Os 4 melhores museus de arte moderna para se conhecer

Espaços destinados à cultura existem desde as civilizações mais antigas e estão espalhados por todo o mundo. São lugares de troca de conhecimento histórico e social, que acontecem ao passo dos preceitos de preservação de diversas identidades.

Além do acervo fixo, mostras temporárias trazem discussões mais específicas que instigam o espectador à participação ativa na esfera cultural. O museu, portanto, além de um espaço de exposição, é um espaço de aprendizado e evolução que toca os mais diversos âmbitos sociais.

Uma visita a estes espaços, pode trazer além de todo o conhecimento, diversão e novas formas de se compreender diferentes culturas.

Selecionamos quatro desses importantes museus em duas das megalópoles mais culturais do mundo: São Paulo e Nova York. Vale a pena visitar!

Museus Internacionais

1. Museu de Arte Moderna

O Museu de Arte Moderna de Nova York, mais conhecido como MoMA, é um dos mais importantes e famosos do mundo todo. Conta com um acervo que impressiona em termos de qualidade e quantidade, onde artistas consagrados compõe o catálogo multidisciplinar que inclui obras como pinturas, esculturas, fotografias, até móveis e objetos. Quem visita Nova York tem parada obrigatória no MoMA: aberto todos os dias, das 10h30 as 17h30.

2. Metropolitan Museum of Art

Também conhecido como MET, o Metropolitan Museum of Art é o maior museu dos EUA. Localizado em Nova York, dentro do Central Park, é um dos espaços culturais mais visitados do planeta, o que o torna um ponto de parada obrigatório aos visitantes da cidade. O acervo conta com mais de 2 milhões de obras de todas as partes do mundo, de artistas como Monet, Picasso, Vermmer e Van Gogh. O MET fica aberto todos os dias da semana, de domingo a quinta-feira das 10h as 17h, e sextas e sábados, das 10h às 21h.

Museus Nacionais

3. Museu de Arte Moderna

O Museu de Arte Moderna de São Paulo, popularmente conhecido pela sua sigla MAM, é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil.  Está localizado no Parque Ibirapuera e foi fundado em 1948 por Francisco Matarazzo Sobrinho. Todo o conjunto arquitetônico foi projetado por Oscar Niemeyer e em seu acervo é possível encontrar peças de artistas consagrados e que fizeram parte dos movimentos de arte moderna e contemporânea mundiais.  Com uma agitada agenda cultural, o Museu de
Arte Moderna abriga importantes iniciativas para a difusão da arte moderna. A visitação pode ser feita de terça a domingo, das 10h às 18h.

4. Museu de Arte de São Paulo

Localizado na Avenida Paulista, O Museu de Arte de São Paulo, o MASP, é um dos pontos mais importantes da cidade. A arquitetura icônica assinada pela renomada Lina Bo Bardi faz o MASP ser um dos cartões postais mais famosos de todo o Brasil.
Entre artistas brasileiros e estrangeiros, o museu conta com acervo fixo de mais de 10 mil obras, recebendo também, ao longo do ano, exposições coletivas e individuais que apresentam os mais diversos eixos temáticos. A visitação pode ser feita nas terças-feiras das 10h às 20h, e de quarta a domingo das 10h às 18h.


Atec Cultural de Outubro – Mulheres modernas: a cidade e a casa com Sabrina Fontenele

Atec cultural outubro 2018 com Sabrina Fontenele

QUANDO: 24 de outubro de 2018
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

Em outubro a Atec Cultural traz a arquiteta e pesquisadora Sabrina Fontenele que vem se dedicando a estudar como as mulheres foram importantes na consolidação da arquitetura moderna nas metrópoles. Elas foram símbolos da inovação dos modos de vida, mas também protagonistas da família tradicional.

Em sua pesquisa, que acompanha mudanças metropolitanas entre 1930 e 1960, Sabrina Fontenele levantou em anúncios e crônicas de jornais como as mulheres eram representadas, seja circulando livremente pela cidade, seja em seus espaços domésticos; ora cuidando de seu corpo, ora ocupadas.

Sabrina Fontenele é mestre e doutora pela FAU-USP. Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Ceará. Pesquisadora de pós-doutorado da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp) onde estuda questões como domesticidade, preservação e arquitetura moderna com apoio da Fapesp. Autora do livro Edifícios modernos e o traçado urbano no Centro de São Paulo (Annablume, 2015).


atelier oï. A Forma segue a emoção.

Criado por Aurel Aebi, Armand Louis e Patrick Reymond em 1991 na cidade suíça de La Neuveville, o nome é derivado da palavra russa “troïka”, que significa trio. O trabalho do atelier oï abrange arquitetura, design e cenografia.

Luminárias Les Danseuses

Em seus trabalhos, a forma segue a emoção, o momento em que o produto vai ser usado, mas também segue a função. Na criação dos painéis acústicos USM (USM Privacy Panels), eles pensaram: “…quando saímos de casa no inverno pela manhã cedo e pisamos na neve – o som é muito absorvente, é um momento especial, você só ouve os seus passos, com toda aquela atmosfera branca ao redor, é um momento especial.

Detalhe do painel acústico USM Privacy Panels

A partir dessa imagem, tentamos reproduzi-la em um produto. Esses painéis também partem da história concreta da USM, cujos móveis modulares foram inspirados na estrutura de um edifício (o USM Haller). E a modularidade foi o ponto de partida para o projeto: é o mesmo eixo, você pode compor com o mesmo ritmo, mas ao contrário dos armários, o material dos biombos é macio, absorvente do ponto de vista acústico. Na estrutura, nós continuamos a história da USM, mas no material, fizemos um contraponto com algo realmente soft. E nos armários a estrutura aparece por fora, enquanto no biombo ela fica embutida, mas os dois sistemas dialogam.”

USM Privacy Panels em conjunto com armário USM Haller

Para comemorar os 27 anos do atelier oï, a Atec promove uma palestra com Aurel Aebi, hoje, 28 de agosto, terça-feira, às 19h na Atec Av. Brig. Faria Lima 1800 – 10º andar. Você vai poder conferir alguns trabalhos do atelier oï e a linha completa da USM expostos na loja.

 

Loja / Showroom Atec São Paulo

 

E até 21 de outubro, no Museu da Casa Brasileira você poderá conferir a mostra INDÚSTRIA ARTESANAL – ATELIER OÏ com diversos trabalhos do trio para marcas famosas como Artemide, Bulgari, Louis Vuitton, Passoni, Victorinox, além da USM, marca que a Atec representa com exclusividade no Brasil.

Museu da Casa Brasileira: Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano – Tel.: (11) 3032.3727

fontes: Atec, Casa Vogue e MCB