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Cidades arquitetônicas – Conheça destinos ao redor do mundo

Opa, chegou a hora de planejar as tão esperadas férias!
E se, na hora de voltar, você pudesse trazer na bagagem, além de lembranças das ruas, da luz, do movimento das pessoas e souvenires incríveis, ideias novas e criativas de como ocupar e vivenciar os espaços? E se pudesse aplicar soluções criativas aprendidas ao redor do mundo aos ambientes? A ATEC indica destinos que brilham quando o assunto é arquitetura e design.

KASSEL
A cidade alemã de Kassel, no estado de Hessen, é um grande exemplo de encontro com a arquitetura. Sede da documenta, principal exposição de arte do mundo, que acontece de cinco em cinco anos, a cidade abriga uma intensa vida cultural durante o ano todo. Ela foi alvo militar durante a segunda guerra, quando cerca de 90% dos prédios históricos foram destruídos e reconstruídos à moda arquitetônica dos anos 50, mas com elementos do classicismo tardio. Fica lá também o Museu dos Irmãos Grimm. Jacob e Wilhelm Grimm compilaram contos populares alemães e os publicaram na forma do que conhecemos como contos de fadas: Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Joãozinho e Maria, entre outros contos que correram o mundo.

BARCELONA
Outra cidade que tem um estreito laço com sua arquitetura no imaginário popular é Barcelona. É quase impossível desvincular a cidade catalã da figura de Antoni Gaudí, um dos arquitetos mais famosos do mundo. Gaudí se inspirava na natureza — onde dizia não haver linhas retas — para edificar suas obras de formas curvas, como a famosa catedral da Sagrada Família e o fascinante Parque Güell. Ambos estão entre as construções arquitetônicas mais imaginativas do mundo e é impossível sair de lá sem levar muitas possibilidades de formas e cores.

XANGAI
A cidade chinesa é um fenômeno quando o assunto é arquitetura contemporânea. Marcada por seus arranha-céus, que brotaram efusivamente desde a abertura da China ao capitalismo. Um fato curioso é sobre o relógio da Casa da Alfândega, localizado na mais famosa rua beira-rio da cidade, o Bund, que tocava “The East is Red” (O Oriente é Vermelho), mas que passou, após a abertura, a soar apenas um som de sino. O edifício foi construído em 1928, por Palmer & Turner e é um dos símbolos do domínio Britânico em Xangai. Outro ponto interessante da cidade chinesa é o Museu do Vidro, que conta com 5000 m² que proporcionam uma experiência interativa e participativa através da história do vidro.

ESTOCOLMO
A beleza funcional, adaptada à vida, é uma obsessão sueca quando o assunto é arquitetura. A cidade de Estocolmo, capital da Suécia, é quase um ideal utópico quando se fala em arquitetura e design. O respeito à história e às formas antigas convive com as ideias mais avançadas, de modo que o arquiteto ou designer mais vanguardista sequer cogita alterar edifícios e móveis históricos, como é o caso da Biblioteca Pública, projetada por Gunnar Asplund, pai da estética local. Aliás, os mesmos assentos e carrinhos para livros de quando foi criada, em 1928, permanecem lá.


Design dinamarquês: saiba por que ele é tão importante e copiado no mundo inteiro

O icônico design dinamarquês e a história por trás desse estilo para além das cadeiras.

“É quase mais fácil construir um arranha-céu do que uma cadeira”, disse Ludvig Mies Van Der Rohe, mestre do minimalismo na arquitetura. E foi justamente com esse objeto, a cadeira, que o design dinamarquês passou a correr mundo em seus anos dourados.

“A cadeira é a peça de mobiliário que está mais próxima dos seres humanos. Você pode dar a ela um toque pessoal”, disse Hans J. Wegner, o “mestre da cadeira”, que sempre trabalhou de modo cuidadosamente artesanal. O artesanato, aliás, é uma das atividades tradicionais do país, que o design da Dinamarca não abandonou em sua trajetória.
Esse estilo marcou época e ficou em evidência dos anos 20 ao fim dos anos 70, mas teve seu auge nos anos 50 e 60 do século XX. Assim, abriu caminhos para o comércio internacional de mobiliário, moda e design de alto padrão.

Com um estilo funcionalista (a função não é negligenciada em detrimento da estética), o design dinamarquês ganhou corpo sob influência da importante escola alemã, Bauhaus.

O contato com novas tecnologias industriais da Europa, por um lado, e a atenção à tradição de produção de artesanato de qualidade, por outro, constituíram a base para a produção industrial de móveis, edifícios e objetos que teve início naquele momento e fez história.

O uso da madeira clara, típica da mobília dinamarquesa, contribui para a ‘atmosfera nórdica leve e clara’ dos ambientes. Além disso, existe uma atenção especial a dois elementos principais: a ideia, ou seja, a função do objeto, e a forma necessária para que desempenhe sua função de maneira charmosa, confortável e eficaz. O foco do design dinamarquês é no usuário e, por isso, teve, desde o seu início, vínculo estreito com as reflexões sociais, humanas e ergonômicas (para saber mais sobre ergonomia, leia nosso outro artigo aqui).

Dentre os mais bem sucedidos designers dinamarqueses, podemos citar nomes como Hans J. Wegner, Arne Jacobsen, Børge Mogensen, Finn Juhl, Poul Kjærholm, Poul Henningsen, Verner Panton e tantos outros.

Em uma das manifestações mais emblemáticas do design dinamarquês, é possível destacar a construção do Hotel SAS, em Copenhague. Essa é uma construção que representa o modernismo clássico, com formas simples e severas. Símbolo de bom gosto e sofisticação, que foi projetado do começo ao fim por Arne Jacobsen.

Arne Emil Jacobsen nasceu em 1902, em Copenhague, Dinamarca. Um fato curioso é que iniciou sua carreira como pedreiro em construções residenciais e, anos mais tarde, contou com o apoio do pai para ingressar na faculdade de arquitetura. Considerado um dos nomes mais importantes da arquitetura modernista, além de designer de móveis, também foi decorador e professor. Ele ficou conhecido principalmente pelas cadeiras da Series 7 e pelas poltronas Egg e Swan.

Além de ser um ícone de sofisticação, o design da Dinamarca também lançou sementes que dariam frutos no design até os dias de hoje, como a empatia ao usuário, o trabalho coletivo, o respeito aos saberes tradicionais e às necessidades humanas, para além do consumo de supérfluos não funcionais.

Palavras-chave: Design dinamarquês, sofisticação, cadeira, usuário, arquitetura, Bauhaus, Arne Jacobsen, Hotel SAS, funcionalismo.


Iluminação: conforto para os olhos, detalhes que completam e surpreendem

A arquitetura está diretamente relacionada com design, conforto e qualidade de vida, e isso inclui o conforto para os olhos. Por isso, a iluminação entra como um dos pontos fundamentais para deixar qualquer projeto arquitetônico completo, atrativo e funcional.

Mais do que um luxo, vamos mostrar nesta sessão os benefícios fisiológicos, psicológicos, ergonômicos e ambientais que um bom projeto luminotécnico traz para o ambiente de trabalho. Em qualquer escritório, a iluminação e a acústica são fatores que influenciam diretamente a produtividade, o conforto, e a saúde dos colaboradores.Confira!

Por que a iluminação em um projeto arquitetônico é tão importante?

 

O conforto visual deve ser uma das prioridades de qualquer projeto de qualidade, mas não é só isso. Cada espaço precisa de uma iluminação peculiar, que ajude não só a definir, mas a fazer com que o papel daquele ambiente seja compreendido e cumprido, intuitivamente.

Uma escolha errada na iluminação do seu projeto pode impedir que ele corresponda às expectativas e perca a funcionalidade planejada. Por isso, a escolha das luminárias é tão fundamental.

De que forma as luminárias contribuem para o sucesso de um projeto?

 

Ambientes de trabalho mal iluminados ou que não tiveram um projeto luminotécnico adequado podem gerar fadiga visual nos músculos da visão com sintomas como, olhos vermelhos, lacrimejo, contraturas, dor e ardor nos olhos, náuseas e cefaleia. Como consequência da fadiga visual prolongada pode ocorrer redução da acuidade visual a confusão visual transitória. A diminuição da produtividade de um colaborador nesses casos é óbvia.

Além disso, as luminárias servem não apenas para preservar a saúde visual das pessoas que frequentam o ambiente e aumentar a produtividade. Elas também são importantes para evidenciar as características dos espaços, delimitar áreas e definir ambientes e suas funcionalidades. Servem como integradoras de espaços.

A intensidade, movimento e posição da luz podem ajudar a compor o espaço, torná-lo mais ou menos atrativo, contribuir para a produtividade no trabalho, entre outras questões. Por isso, a harmonia entre estética e ergonomia deve ser prioridade.

A escolha da luminária, portanto, deve levar em conta não só a sua funcionalidade, mas também sua combinação com o ambiente e sua conexão com o espaço que será constituído por outros elementos.

O que considerar no planejamento luminotécnico?

 

Primeiramente, é importante se inteirar da legislação existente, que estabelece requisitos mínimos de iluminação para locais internos, considerando as tarefas desenvolvidas para projetação de espaços seguros, confortáveis e eficientes nos quais o trabalho será desenvolvido. Essa norma é a ABNT (NBR5413) e é facilmente encontrada na internet.

Atualmente ela considera a iluminância, o limite referente ao desconforto por ofuscamento e o índice de reprodução de cor mínimo da fonte para os vários locais possíveis de trabalho, sempre considerando a tarefa executada.

Sempre que possível a luz natural deve ser usada como complemento da luz artificial, por dois motivos: o primeiro mais evidente é a economia de energia; o segundo, menos óbvio, é que o corpo humano funciona melhor quando exposto à luz solar.

A luz solar ajuda na a produção de melatonina, hormônio que proporciona melhor qualidade do sono e também aumenta a produção de endorfina no cérebro, substância antidepressiva natural, que promove a sensação de bem-estar e aumenta os níveis de alegria. Contudo, a luz solar precisa ser indireta, pois a exposição prolongada a irradiação solar causa desconforto térmico.

A reflexão de objetos metálicos podem causar ofuscamento, portanto, a implantação de claraboias, lanternim, janelas e telhas translúcidas devem ser precedidas de estudos técnicos.

Os projetos luminotécnicos devem equilibrar o dimensionamento correto do sistema de proteção do circuito e o tipo de atividade desenvolvida no ambiente a ser iluminado.

O estudo de implantação de sistemas luminosos deve considerar a densidade luminosa (não pode haver muita diferença) ao mesmo tempo que se deve evitar a monotonia por falta de contrastes luminosos. Grandes diferenças de claridade dentro do campo visual implicam em constantes processos de adaptação o que diminui consideravelmente o rendimento visual.

Algumas dicas para se ter ergonomia visual:

*janela com proteção contra a luz solar direta;

*equilíbrio entre brilho e contraste do monitor

*monitor entre 10 e 20graus do nível dos olhos e a uma distância entre 60 e 70 cm entre seu corpo e o monitor;

*descansar a visão em intervalos de 1 hora;

*piscar voluntariamente;

*além da iluminação geral, algumas atividades exigem uma iluminação mais pontual na mesa de trabalho;

*iluminação com cores diferentes torna o ambiente de trabalho menos monótono, causando sensação de bem-estar;

o computador e equipamentos eletrônicos com tela (tablets e celulares) nunca devem receber luz natural diretamente na tela. O ofuscamento prejudica a concentração e a saúde;

cores claras nas paredes melhoram a iluminação e as pessoas tendem a se sentirem mais dispostas e confortáveis.

 

Onde encontrar luminárias ideais?

 

Nós, da Atec, valorizamos cada uma das luminárias que revendemos em nossos showrooms. Oferecemos apenas aquelas que agregam qualidade, design e originalidade para os ambientes e, por isso, dispomos de uma variedade criteriosamente escolhida para atender cada detalhe dos projetos de nossos clientes.

As luminárias Lightyears são bons exemplos de como a luminosidade pode surpreender. Fabricadas em terras dinamarquesas, elas seguem a tradição dos países escandinavos, que prezam pelo aconchego e conforto ocular sem dispor do design em cada detalhe. Suas formas, curvas e linhas orgânicas impressionam pela beleza e funcionalidade.

Enquanto algumas das luminárias que revendemos possuem luminosidade direcionada e suave para criar um jogo de luz surpreendente e inspirador, complementando o cenário, outras possuem intensidades e direcionamentos adaptáveis, capazes de atender à necessidade ergonômica do usuário de acordo com o trabalho executado naquele momento.

As luminárias da Herman Miller, por exemplo, focam na multifuncionalidade e na ergonomia, para proporcionar conforto e segurança durante a execução dos mais diversos tipos de trabalho no escritório.

Vale ressaltar, ainda, que todas elas possuem materiais e acabamentos de bom gosto e sofisticação inigualáveis.

Confira, em nosso site, os modelos disponíveis e entre em contato com a nossa equipe para conhecer as possibilidades e opções disponíveis para o seu projeto.


Soluções acústicas para tempos modernos

 

Soundwave Flo

Quando o assunto é ruído no ambiente de trabalho, a maioria dos artigos aborda a perspectiva industrial, das empresas que operam grandes maquinários.

Contudo, nos últimos anos, as configurações dos escritórios e dos espaços corporativos têm mudado bastante. Muitas organizações têm optado por espaços abertos, diminuindo as barreiras entre departamentos e fomentando a conectividade entre os funcionários.

Soundwave® Pix

Com essa alteração, inevitavelmente aqueles sons indesejados e irritantes, que atrapalham a concentração e consequentemente a produtividade, têm sido cada vez mais presentes nas empresas, o que coloca um novo problema para os gestores.

Se por um lado as novas configurações de espaços aumentam a conectividade entre os funcionários, potencializando o trabalho em equipe, o brainstorm e a criação conjunta, por outro a amplitude dos ambientes abertos faz com que o som se propague (por não encontrar barreiras que o absorvam) muito mais que o desejado.

Soundwave Wicker

Os prejuízos trazidos por esses barulhos vão muito além da perda de audição – caso mais extremo. Eles podem provocar dores de cabeça (cefaleias), sensação de ouvido cheio, fadiga, tontura, alteração da pressão arterial, stress e problemas endocrinológicos, psicológicos e neurológicos. Sim! Você pode engordar pelo ouvido: o stress gerado pelo barulho provoca um aumento de secreção de hormônios da suprarrenal, que leva a uma maior produção de gordura.

Soundwave Wall

O desconforto gerado pelos ruídos – e seus possíveis danos – tem consequência direta na performance dos colaboradores.

Funcionários estressados e desconcentrados não conseguem desempenhar todo seu potencial, por isso as empresas devem garantir a saúde auditiva da sua equipe a fim de evitar maiores danos.

Como resolver essa questão?

É preciso escolher entre um espaço aberto, que acompanha as tendências das novas formas de trabalho, ou um ambiente fechado, tendo em vista o bloqueio da propagação do som? De modo algum! A Atec foi em busca das melhores soluções acústicas do mercado, para que as organizações consigam juntar o útil ao agradável. Oferecemos os melhores produtos para que a sua empresa minimize a reflexão das ondas sonoras, a fim de garantir ambientes abertos, conectados e confortáveis para todos.

Soundwave Swell

 


Conheça o escritório que “desaparece” ao final do expediente

Já imaginou se o seu escritório de trabalho fosse um local que, em determinados momentos do dia e até da noite, se transformasse em um estúdio de ioga, uma pista de dança e várias outras possibilidades? Pois é, esse lugar já existe e fica localizado em Amsterdã, na Holanda.

Durante o dia, o estúdio de design Heldergroen funciona como um escritório de trabalho habitual, com mesas, cadeiras, computadores e todos os objetos típicos desse espaço. A surpresa está na forma como esses móveis estão dispostos e no incentivo que os proprietários dão aos seus funcionários, para que tenham um equilíbrio entre vida e trabalho. Às 18 horas, alguém vira a chave e todas as mesas, cadeiras, computadores e documentos “desaparecem” do ambiente, transformando-o em algo totalmente novo.

Tudo isso acontece porque as mesas compartilhadas são presas no teto com cabos de aço e levantadas ao final do expediente. Quando chega à noite e até mesmo aos finais de semana, a versatilidade do espaço o transforma em uma pista de dança, uma sala de ioga, um refeitório e muitas outras possibilidades.

Para completar, o escritório foi projetado para ser sustentável e, por isso, utiliza móveis feitos a partir de objetos reutilizados e sustentáveis, como as cadeiras Aluminum Group. A inovadora ideia surgiu com o intuito de proporcionar um local de trabalho que trouxesse vários benefícios aos funcionários, com momentos de relaxamento, descontração e lazer.

Confira abaixo o vídeo que mostra como a transformação é feita no estúdio de design Heldergroen (a partir de 1’e 28″):